«(…) É que, em muitas universidades do mundo, estas disciplinas são asseguradas pelos departamentos de filosofia e é precisamente por esta razão que as empresas recrutam cada vez mais licenciados em filosofia. Enquanto andamos em Portugal preocupados com o dasein, como se a filosofia se esgotasse no seu estudo, noutros países, a filosofia não deixa sobrar o seu terreno para outras disciplinas que mais não podem fazer que remediar um ensino correcto e rigoroso da lógica e da argumentação. E é lamentável que tal não aconteça em Portugal. Não quero tomar a posição do “8 ou 80”, muito à portuguesa, e, do nada, pensar que o mal académico da filosofia está em que toda a gente é heideggeriana. Creio que filósofos como Heidegger devem ser estudados e é desejável que muitos estudos sobre o autor sejam lançados. O que é estranho é que a filosofia em Portugal parece esgotar-se aí, quando as suas possibilidades de actuação são muito mais amplas. Perante esta realidade, o que é desejável acontecer na filosofia académica em Portugal? (…)»
uma reflexão de Rolando Almeida
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2 respostas a “Empregabilidade em filosofia”
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Boa Noite: peco desculpa por entrar assim de rompante, mas precisava de saber uma informação: onde e’ que há no Algarve um local para fazer um curso de reciclagem de formadores?Vou estar em Portugal (Algarve,Castro Marim)a partir de Marco, preciso de ter essa qualificação.Meu contacto : sanchesgama@gmail.comMuito obrigadoChamo-me João Pedro Gama, parabéns pelo blog!
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Olá João.Obrigada pelo seu contacto.Relativamente ao assunto da formação contínua de formadores, não sou a pessoa indicada para ajudar: sou da zona de Lisboa e não tenho conhecimentos de centros de formação na zona do Algarve.Volte sempre!

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