há uns anos, num trabalho de continuidade de filosofia no 1.º ciclo, falávamos sobre a temática dos sonhos, se são reais ou não.
houve pensamentos diversos sobre o tema e recordo-me que fiz um ponto de situação deste género:
– então vamos ver que ideias temos aqui no grupo: há um conjunto de pessoas que acham que os sonhos são reais e…
[um dedo no ar surgiu na sala, acompanhado de olhos arregalados]
terminei o meu raciocínio e passei a palavra à pessoa do dedo no ar e olhos arregalados.
– joana, não é “acham que”. nós pensámos mesmo nisso, não estamos só a achar.


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