Categoria: pararpensarescutardialogar
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Uma nota inicial: chamar “erros” talvez seja excessivo. Na verdade, falamos de um modo de reagir bastante humano. Todos nós já respondemos demasiado depressa, mudámos de assunto ou tentámos encontrar uma resposta perfeita. O problema não é fazê-lo ocasionalmente; é não percebermos como essas respostas podem, por vezes, fechar um diálogo que estava mesmo a…
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Perguntar não mata: guia de exploração, para famílias, nos cemitérios Perguntar não mata é uma proposta de guia nos cemitérios para famílias e para escolas. A primeira proposta convida a conhecer o Cemitério do Alto de São João, em Lisboa, nomeadamente um dos seus monumentos mais imponentes. O guia está disponível, gratuitamente, no Boletim Cultural…
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Hoje, 12 de agosto de 2026, um eclipse solar vai atravessar o céu de várias regiões do mundo. Um eclipse é, antes de mais, um fenómeno astronómico. A Lua passa entre a Terra e o Sol e a sua sombra atinge a superfície terrestre. Dependendo do lugar onde estamos, podemos observar um eclipse total ou…
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O que pode fazer a filosofia num museu, numa exposição, num festival ou num espaço patrimonial? A pergunta interessa-me porque o meu trabalho de mediação cultural não nasceu de uma tentativa de levar a filosofia para os museus. Nasceu de um percurso mais longo, construído entre a filosofia, o diálogo e a criação de espaços…
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“Mas as crianças conseguem fazer filosofia?” Esta é, provavelmente, a pergunta que mais ouço desde que fundei a filocriatividade, um projecto através do qual, desde 2008, crio experiências de diálogo filosófico com crianças, jovens e adultos em escolas, bibliotecas, museus, cemitérios e outros contextos culturais. A pergunta costuma surgir acompanhada de algumas ideias feitas. Há…
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Numa altura em que a proibição das redes sociais a menores de 16 anos está a ser considerada em Portugal, dou por mim a reflectir sobre o uso que eu própria faço das redes. Há dias em que é mais difícil controlar o tempo nas redes, quando há momentos de espera nas filas, por exemplo.…
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No final de uma das oficinas de filosofia que dinamizei em janeiro de 2026, com uma turma do 8.º ano, propus um exercício simples de avaliação: destacar um aspecto positivo e um aspecto negativo do encontro, com justificação. As respostas dos jovens abriram um campo de reflexão que continua a acompanhar-me, e que pode ser…
