filocriatividade
filosofia para/com crianças e jovens | mediação cultural e filosófica | #ClubeDePerguntas | #LivrosPerguntadores | perguntologia | filosofia, literatura e infância
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🟥 quem sou eu?
🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025).
Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»
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A Mariana tem 11 anos. É uma criança com sonhos e com um sorriso que derrete os nossos corações. A Mariana é portadora do síndrome de dravet ou epilepsia mioclónica grave do lactente, o que tem vindo a dificultar a sua mobilidade. A casa onde vive (com os pais e irmão) não tem elevador e subir até ao 3º andar tem vindo a revelar-se uma tarefa árdua. São cinquenta e seis degraus e sete lanços de escada que se revelam um verdadeiro obstáculo, sobretudo quando há necessidade de transportar a menina para casa, rapidamente, em caso de crise.
Porque queremos que a Mariana continue a sorrir, gostaríamos de ajudar os seus pais, Carla e Miguel, na aquisição de uma cadeira elevatória eléctrica, que será instalada no prédio, para permitir que a Mariana suba e desça até ao 3º andar com conforto e segurança.
O valor a pagar pela cadeira elevatória e sua instalação no prédio não se encontra ao alcance dos pais da Mariana. Por isso, criámos este movimento, Unidos com a Mariana, de forma a tornar acessível a aquisição da cadeira- Assim, no dia 26 de Maio, na Voz do Operário em Lisboa sobem ao palco os Espelho Mau, Susana Félix, Laurent Filipe, Massimo Cavalli, Miguel Máximo, António Raposo, Carlos Ruivo, Life Sound Choir; também Pedro Giestas, Paulo Vasco, Miguel Correia, Paula Neves e Fernanda Freitas.
O objectivo é um só: permitir que a Mariana sorria e que o caminho até casa seja rápido e confortável, para si e para os seus pais.
Podemos contar consigo?
APOIOS: Junta de Freguesia de Campolide | SonoGrupo | DUO S.A. | Voz do Operário
Donativos: NIB: 0036 0028 991 000 5754716 | Montepio Geral, em nome de Mariana Albuquerque Sousa
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«Nós por cá celebramos um ano de Revista. A 1ª Revista de Psicologia Digital em Portugal com esta dimensão.
O Papel da Psicologia merece um grande destaque nas nossas vidas.
Abrangemos três mundos, o mundo académico, o mundo das organizações e o mundo das pessoas.
Criamos pontes para o conhecimento, sendo que a partilha deste conhecimento é de sempre a nossa principal prioridade e chegar a todos sempre foi o nosso lema.
Queremos agradecer a todos os autores que colaboram desde o 1º minuto deste projecto e a toda a nossa comissão científica.
Numa altura de crise disseram-nos vários vezes:” não se metam nisso”, ” dá muito trabalho!”,”nesta altura um investimento destes!”, entre muitas outras mensagens deste tipo, mas a equipa editorial deste projecto acreditou e com investimento próprio (dos editores) e a ajuda de professores de várias universidades do País, psicólogos de várias áreas, investigadores, cronistas, economistas, médicos-psiquiatras, ensaistas,juízes,procuradores,advogados…, juntos conseguimos que este projecto desse frutos.
Aos nossos assinates um grande abraço de agradecimento, agradecemos ainda todos os posts feitos no Facebook sobre este projecto que é de todos.
Porque gostamos de pessoas esta revista é para si.
A equipa editorial» -
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Estão convidados para a apresentação do livro ‘Elisa e o Galeão Afundado’dia 5 de Maio pelas 15horas no Auditório do Campo Grande nº 56(edifício da Rumos) perto da Avenida da Igreja em Lisboa.O livro foi escrito por Fátima Nascimento e ilustrado pela Isa Silva. -
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e propomos uma reflexão sobre as mães e os filhos, com as mães (e os pais!!!) e os filhos.
«Porque É Que Gostas de Mim?» – vai ser este o mote da nossa conversa, na livraria cabeçudos.
não se esqueçam que é fundamental a inscrição prévia (e-mail info@cabecudos.com)
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O link foi-me enviado pelo João Pedro, alguém que percebe muuuuito de corações
e que está muito atento aos meus tweets sobre filosofices e afins. Além disso, o João segue a #sala4 da Ana Dominguez e disse-me: isto é tão #sala4.E o facto é que é.
Ora, LEIAM!
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Prazeres da vida consiste numa tertúlia sobre aquilo que nos dá prazer e, muitas vezes, temos receio de admitir. Prometemos uma viagem que inclui comida, morte, religião, sexo e crucificações.
Pretendemos comunicar, questionar, reflectir, provocar e receber provocações.Porque «life is a mistery» e nós queremos desvendar esse mistério, véu por véu.
Podemos contar convosco?
Apareçam no Café Saudade, no próximo dia 5 de Maio, pelas 21h.
Joana Sousa: questões e provocações
Mário Pires: som, imagem e vozCafé Saudade: Av Miguel Bombarda, nº 6 em Sintra -
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voltar ao projecto PhiloTKD é SEMPRE maravilhoso. porque algumas destas crianças me acompanham desde os 1ºs tempos e é muito giro ver como crescem, como pensam, como se expressam – desde 2008, no 1º atelier de filosofia que aconteceu na Escola Taekwondo Casal Novohoje em dia encontramo-nos no RodaFits, onde o projecto acompanha três turmas/grupos de iniciados e menos iniciados na arte marcial que é o Taekwondono twitter é possível seguir o projecto através da hashtag #philotkdna 1ª sessão a proposta foi idêntica àquela que praticámos com a #sala4 (sala da educadora Ana Dominguez): dividimos o grupo em dois grupos, tendo distribuído cerca de 30 fotografias (do Rúben Neves) pelos grupos. o grupo I tinha como tarefa escolher as 3 fotografias mais bonitas e o grupo II escolheria as 3 fotografias mais feias.objectivos:– trabalhar em grupo– tomar decisões em grupo– apresentar razões da escolha-argumentar para defender a sua escolha individual perante o grupono segundo dia, a proposta para miúdos e graúdos foi a de desenhar flores bonitas e flores feias. estas foram expostas para o grupo ver e assim apurarmos o que é uma flor bonita. não foi fácil, houve vários conceitos que surgiram como critério de flor bonita: a forma, a diferença, a originalidade, o colorido… a conversa foi muito agradável, mas o tempo foi demasiado curtoprometemos voltar em Junho!(muito obrigada ao Ginásio RodaFits por nos abrir as portas e sobretudo por ter aceite a nossa sugestão de disponibilizar um ecoponto para recolha de plásticos nas suas instalações) -
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na Livraria Cabeçudos no próximo sábado, 5 de Maio (às 11h)as oficinas estão abertas para pais e filhos dos 4 aos 10 anos.(quem diz pai, diz mãe ou avós ou tia!)
info@cabecudos.com
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Encontramos Rúben Neves num jardim, algures em Lisboa, num dia de sol, para falar de «bichos». E fomos visitados por alguns deles durante a conversa, o que fazia com que o fotógrafo desviasse a atenção das palavras para registar essas «visitas» com o seu olhar.
A fotografia da natureza é o espaço onde Rúben Neves se perde e se encontra: «é tudo tão natural e genuíno, é quase um momento egoísta, pois o que “ganho” com estes momentos é maior do que aquilo que posso dar». Egoísmo? «Sim, muitas vezes fotografo só com o olhar e acabo por não registar momentos que nem sequer consigo descrever em palavras».
É um olhar sorridente aquele que encontramos ao ouvir as estórias de Rúben, nos seus momentos de fotografia, em ambiente natural. Gerês, Escócia, Lousã, Serra de Cazorla, Sintra – da costa portuguesa ao Alentejo, Rúben acumula já alguns quilómetros na companhia das suas máquinas e objectivas, em busca do momento irrepetível. Se há expedições que exigem alguma investigação a nível do local e das espécies que nele se podem encontrar, outras há que exigem do fotógrafo apenas a disponibilidade para viver momentos de contemplação da «bicharada».
Contemplar certos e determinados momentos na natureza é um luxo. A partilha que a natureza apresenta para connosco, ao permitir a presença de um estranho (o fotógrafo) no seu espaço é de uma generosidade indescritível. Ao longo da conversa, Rúben sublinha a amabilidade de uma natureza que pouca gente conhece e que é profundamente rica. «Temos o paraíso mesmo aqui à mão de semear, por exemplo, no Gerês».
E temos também encontros para quem desenvolve trabalho e projectos nesta área. Exemplo disso são os Encontros de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem, cuja segunda edição teve lugar em Vouzela, em Janeiro último. Rúben Neves tem colaborado com este movimento, que se encontra a dar os primeiros passos, mas que tem vindo a conquistar reconhecimento junto das pessoas da área. Luís Quinta, Nuno Sá, Alexandre Vaz, João Cosme e José Benito Ruiz são alguns dos nomes que passaram por este encontro, para partilhar experiências.
«Sempre fotografei. Com os olhos.» – repetiu o Rúben. Já tínhamos ouvido esta expressão há pouco. Insistimos: fotografar com os olhos? Como assim? «Quando olho para o que está à minha volta, penso na forma de registar estes momentos, como se fossem fotografias. Mas eu não me assumo como fotógrafo.» (E aqui que ninguém nos ouve, Rúben, não há qualquer problema nisso desde que nos permitas a nós tratar-te como tal).
Falta-nos educação ambiental e massa crítica para discutir profundamente o que se faz em termos de fotografia da natureza. Esta apresenta todo um potencial ao nível daquilo que se pode partilhar com os outros em termos de perspectiva ecológica, da educação para a biodiversidade e para o respeito e compreensão daquilo que é o ambiente. A fotografia da natureza pode ser um meio pedagógico para que cada um de nós tome consciência das espécies animais que habitam o nosso mundo, sim, aquele mundo que está mesmo aqui a dois passos de nós.E cada fotografia conta uma estória, diz-nos Rúben. Dos caminhos que se trilham até chegar àquele espaço, àquele habitat; da amizade que se constrói em cada expedição; do calor ou do frio que se enfrenta à espera que aquele animal nos diga um olá, à sua maneira.
Se há animal que Rúben não esquece, são os esquilos da Escócia. Pode dizer-se que é a sua «imagem de marca» enquanto fotógrafo da natureza. Tal como o esquilo, também Rúben tem os seus sentidos bem apurados quando se encontra em busca do momento ideal para fotografar: seja com o olhar ou com a objectiva. Sempre alerta aos movimentos (tal como o esquilo) é o Rúben que nos diz, durante a entrevista, perante o vôo inesperado de um pássaro: «já viste? Parece que adivinham que estamos a falar de bichos!»

fotografia de Rúben Neves -
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Agamemnon foi (ou melhor, terá sido) um herói grego, o rei de Micenas que comandou o cerco dos Aqueus à cidade de Tróia.Esquilo escreveu uma tragédia com este nome, que foi representada nas festas dionisíacas de Atenas (por volta de 458 a.C). Neste texto, Agamemnon regressa vitorioso,dez anos após a guerra de Tróia, ao lar onde Clitemnestra o aguarda para o assassinar, conforme combinado com o seu amante Egisto.
Na peça em cena no Teatro da EscolaPolitécnica, Gonçalo Waddington é Agamemnon, um herói dos dias de hoje que regressa a casa, após a guerra em plena cidade do consumo (um supermercado onde tudo se compra e em barda) e aplica um valente enxerto de porrada no seu filho. Sim, isso mesmo. Entre a tragédia e a esperança, Gonçalo Waddington dá vida (o que inclui alma e corpo) ao pai Agamemnon, provocador e provocante, que «pinta»grafitis com ketchup.
«E explico-lhe que a TRAGÉDIA começa com o mundo industrializado.» – ouvimos dizer, a dada altura. Otexto, de Rodrigo Garcia, apela a um olhar profundo sobre o mundo em que vivemos, onde uns se matam através da fast food e outros morrem porque não têmo que comer. Estes últimos, os portadores da esperança, são heróis agamemnonianos assassinados pelas próprias mulheres, tal como no texto de Ésquilo.
As crianças Alexandre Pires, HenriquePires e Martim Barbeiro assumem o papel de coro trágico, numa peça onde a música está presente, bem ao gosto de Friedrich Nietzsche. Estamos em crer que o autor de Assim falava Zaratustra iria aplaudir esta peça, onde a destruição nos surge como o palco para a criação de uma nova consciência, nascida da esperança de poucos contra o poder de muitos. Onde o sonho e o ímpeto dionisíaco se degladiam com as forças apolíneas presentes na acção do coro.
A peça esteve em cena no São Luiz, noano passado, tendo passado também por Almada e Coimbra. Está em cena no Teatro da Escola Politécnica, para seis únicas representações (19, 20, 21, 26, 27 e 28de Abril, sempre às 21h).














