Artigo sobre Design para Crianças, na revista Marketeer (Nov. 07).
filocriatividade
filosofia para/com crianças e jovens | mediação cultural e filosófica | #ClubeDePerguntas | #LivrosPerguntadores | perguntologia | filosofia, literatura e infância
🟩 últimas publicações
- Chiara Pastorini: “Over time, I have learned that philosophy can be more fragile, uncertain and unpredictable.”
- Como surgiram os Livros Perguntadores
- Sugestões de leitura para crianças e jovens: livros recomendados por quem os leu
- A perguntar é que a gente se entende
- Parar para pensar, pensar em parar
🟥 quem sou eu?
🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025).
Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»
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No próximo dia 12 de Novembro, Joana Sousa será convidada da Prova Oral, da Antena 3, para falar de pensamento criativo e do método Six Thinking Hats® , de Edward de Bono.
A não perder, das 19h às 20h. -
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IV CONGRESSO PORTUGUÊS DE FILOSOFIA APLICADADia Mundial da Filosofia (UNESCO)Local: CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE FAROData: 16-18 DE NOVEMBRO DE 2007Tema: O Conselheiro/Orientador Filosófico nas InstituiçõesComunicação de Joana Sousa, dia 17 de Novembro de 2007, pelas 11h30m, no painel «As Necessidades e os Problemas Filosóficos das Pessoas»Título: «Da(s) Necessidade(s) Filosóficas e do Olhar Filosófico sobre o Mundo, no(s) Mundo(s) de Hoje » -
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CONFERÊNCIAS
22 NovembroRui SAMPAIO E SILVA U. AçoresMcDowell e a filosofia prática de Aristóteles13 DezembroGuy-Félix DUPORTAIL U. Paris ILe moment topologique de la phénoménologieData a confirmarSara ALLEN U. Concórdia, MontrealHeidegger e LevinasMais informações através do e-mail: ifp@ubi.pt -
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Formadora: Maria José Figueiroa-Rego Faculdade de Letras da Universidade do Portoa partir de 7 de NovembroMais informações aqui. -
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Mensagem de Mr Koïchiro Matsuura, Director-General da UNESCO, a propósito do Dia Mundial da Filosofia«Dialogue: between whom and on what?”, that is the question at the heart of this celebration of World Philosophy Day, generously hosted by Turkey this year. To give greater depth to political, philosophical and intercultural dialogue and to mutual understanding of shared memories and values, ambitions and joint projects admittedly requires an updated chart of lines of convergence and divergence, of the differences, silences, misunderstandings and deadlocks that are always possible.»Leia mais, aqui. -
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Philosophy: A School of Freedom. Teaching philosophy and learning to philosophize: Status and prospects
Uma edição da UNESCO, disponível para download em francês e em inglês. -
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«Os valores e, em particular, os valores éticos, apresentam-se, então, como um regulador urgente da evolução do mundo e da percepção que os homens possuem da sua construção. Sendo a ética uma filosofia da acção humana, tornou-se, hoje, urgente trazê-la à reflexão na medida em que interfere em todos os domínios do agir humano. Assente em critérios de legitimidade, de racionalidade e de comensurabilidade, a ética dirige-se ao “alcance da vida boa, com e para os outros, nas instituições justas”, ocupando, deste modo, um lugar de relevo em todos os domínios da vida quotidiana, incluindo o exercício profissional, onde o confronto com as exigências da ciência e da evolução da cultura coloca desafios incontornáveis. Daí a oportunidade deste Colóquio ao propor uma reflexão interdisciplinar aprofundada em torno da ética e das suas implicações e relações com as diversas áreas do saber e com as respectivas práticas profissionais, nos dias de hoje.»
Prof. Doutor Cassiano ReimãoUniversidade Lusíada de Lisboa
23 de Novembro de 2007
auditório 1Consulte aqui o programa.
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«Filósofo e linguista françês Jean-Claude Milner escreveu um artigo no jornal «Liberatión», sobre Harry Potter, no qual sugere que o jovem feiticeiro, criado pela escritora britânica, J. K. Rowling, tem uma ideologia política de esquerda.»
Mais informações aqui.
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8 e 9 de Novembro
Escola Superior de Educação de Leiria – Auditório 2.As Jornadas são organizadas pela Comunidade Vida e Paz. Consulte aqui o programa.
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Carlos H. do C. Silva
Do Dizível ao Visível – ou de um diferente pensar lúcidoMais informações através do e-mail agostinhodasilva@mail.pt -
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«No suplemento Pública, de 7/10/07, de uma forma bastante original, aconteceu filosofia. Três figuras e uma semi-figura (que aparentemente servia de mediadora, mas que no decorrer do diálogo se deixou conduzir pelos supostos entrevistados) protagonizaram uma trama pouco comum na imprensa portuguesa. Desprovidos de complexos e sem ataques de erudição histérica, deixaram o pensamento fluir, a partir do mote “Perdemos a capacidade de filosofar?”
Os intervenientes desta entrevista com um estilo aproximado de um simpósio foram: Pedro Amaral (compositor), José Pedro Serra (professor de Cultura Clássica) e Sarah Adamopoulos (jornalista e escritora), conduzidos por Inês de Barros Baptista.
José Pedro Serra defende que a filosofia é, acima de tudo, uma fatalidade, acrescentando, sobre o problema da perda do filosofar: “Eu repito: não acho que se possa dizer que perdemos, ou deixámos de perder. A questão não se coloca nesse plano, pois, nesse plano, é meramente uma capacidade psicológica que uns podem ter e outros não… O modo como nós nos referimos ao real, o modo como o real se ergue perante nós é, original e filosoficamente, imposto. Mesmo quando falamos de sociedades materialistas, ou de valores, a nossa linguagem já está impregnada de filosofia.”
Pedro Amaral considera que não perdemos a capacidade de filosofar, aliás nunca estivemos tão próximos dela: “A pergunta como foi feita – perdemos a capacidade de filosofar? – implica que já a tivemos. E é aí que eu discordo, pois penso que não só não perdemos, como temos maior capacidade agora”. Contudo, o argumento que apresenta não é consideravelmente forte, recorrendo à estatística para mostrar que as pessoas interrogam-se hoje mais do que no passado, devido ao melhoramento das condições económicas e à possibilidade de escolarização.
Sarah Adamopoulos toma uma posição mais pessimista, alegando: “A filosofia trata de indagar e de encontrar explicações a partir de princípios imutáveis. E a sociedade, tal como existe, não favorece isso. As pessoas não pensam, não reflectem, não se questionam.”
Seria legítimo que este tipo de simpósios passasse a constar dos suplementos dos jornais de referência para fomentar o espírito problematizador, que é fundamental para o avanço qualitativo de uma sociedade. Que, por outro lado, filósofos profissionais pudessem revelar o fruto dos seus trabalhos e fossem avaliados pelo público que se interessa pela actividade filosófica. Afinal, a prova de que há oportunidade para pessoas que não estão ligadas à filosofia puderem exprimir os seus julgamentos sobre esta área, é um sinal positivo de que ela vai acontecendo, mesmo que seja pé ante pé, como convém que seja.»reflexão de Valter Boita, no Café Filosófico de Évora








