filocriatividade

filosofia para/com crianças e jovens | mediação cultural e filosófica | #ClubeDePerguntas | #LivrosPerguntadores | perguntologia | filosofia, literatura e infância

🟥 quem sou eu?

🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025). 

Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»

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    a Rádio Renascença foi perguntar aos mais novos qual é a sua relação com o as notícias.

    e aí em casa, como é que a sua filha/o seu filho consome informação?

     

     

     

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    oficinas intergeracionais (a partir dos 8 anos): fazer uma pausa, olhar e pensar 

     

    5 de julho, terça, das 15h às 16h30 – eu quero e posso fazer aquilo que quero.

    12 de julho, terça, das 15h às 16h30 – uma sereia é uma sereia. será?

    19 de julho, terça, das 15h às 16h30 – e se houver um robot mais inteligente do que tu?

    26 de julho, terça, das 11h às 12h30 – era uma vez um campeonato de crueldade

     

    as oficinas são moderadas por Joana Rita Sousa, filósofa, perguntóloga e mestre em filosofia para crianças, responsável pelo projecto filocriatividade (desde 2008).

    as oficinas são INTERGERACIONAIS e foram pensadas para pessoas a partir dos 8 anos. podem participar crianças, jovens ou adultos. 

    oficinas online e síncrona, via plataforma zoom. as oficinas são independentes entre si, poderá inscrever-se apenas numa. saiba mais AQUI.

     

     

     

    #filocriSUMMERCAMP – para levar a filosofia consigo, na mala de viagem 

     

    👉  e que tal aproveitar o verão para treinar pensamento crítico e criativo, de forma lúdica com propostas para dialogar em família?

    👉 receba no seu e-mail um conjunto de actividades pensadas para serem trabalhadas em grupo: com os amigos ou com a família (a partir dos 4 anos).

     

    saiba mais AQUI.

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    🔙 desde agosto de 2020 que dinamizo cafés filosóficos [online] em parceria com a Bertrand Livreiros. desde então, se não me falham as contas, já aconteceram 40 edições.

    📌 os temas e as propostas para pensar são diferentes. há pessoas que se tornaram “freguesas habituais”, outras experimentam uma vez e não voltam. há quem apareça pelo tema ou pela pergunta. há quem simplesmente apareça pelo prazer e desafio do diálogo.

    👉 de assinalar a disponibilidade para pensar, escutar e dialogar com um écran cheio de “desconhecidos” com quem se partilha a curiosidade intelectual.

    💻 o formato online tem aproximado geografias pelo país fora (continente e ilhas), bem como pessoas que estão fora de Portugal e que querem praticar o parar para pensar.

    🥂 hei-de fazer melhor as contas, mas “assim de repente”, 40 cafés filosóficos online parece-me motivo para comemorar!

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    🧩 as oficinas são  INTERGERACIONAIS. foram pensadas para pessoas a partir dos 8 anos. podem participar crianças, jovens ou adultos.  
    💻 oficinas online e síncronas, via plataforma zoom. as sessões não são gravadas.

     

    sobre as oficinas

    vamos pensar a partir das propostas Wonder Ponder e também criar as nossas próprias propostas de filosofia visual.

    💥 as pessoas participantes deverão ter por perto folhas de papel e lápis de cor ou canetas de feltro, bem como uma régua.

     

     

    🗓 5 de julho, terça, das 15h às 16h30 – eu quero e posso fazer aquilo que quero.

    🗓 26 de julho, terça, das 11h às 12h30 – era uma vez um campeonato de crueldade

    ⏳ duração da oficina: entre 1h a 1h30. 

    as oficinas são independentes entre si, poderá inscrever-se apenas numa.

     

    as oficinas são moderadas por Joana Rita Sousa, filósofa, perguntóloga e mestre em filosofia para crianças, responsável pelo projecto filocriatividade (desde 2008).

     

    informações e inscrições AQUI.
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    sugestão da Lídia Tavares Dias, copy e content writer (Odivelas, Portugal)

     

    o livro:

    A Segunda Vida de Olive Kitteridge de Elizabeth Strout

    (Alfaguara – recomendado pelo Plano Nacional da Leitura)

     

    a citação:

    “- Tem medo de morrer, mesmo com a sua idade? Olive assentiu. – Credo, houve dias em que preferia ter morrido. Mas continuo com medo de morrer. – Depois, disse – Sabes uma coisa, Cindy? Se estiveres mesmo a morrer, se morreres… a verdade é que nós estamos todos só uns passos atrás de ti. Uns vinte minutos atrás de ti e a verdade é essa.”

     

    a reflexão:

    A segunda vida de Olive Kitteridge é a continuação da história de Olive Kitteridge, que Elizabeth Strout nos apresentou num livro homónimo. Escolhi este excerto, parte de um diálogo entre Olive (77 anos) e Cindy (doente com cancro). Fala-se sobre fragilidades, sobre a doença, sobre envelhecer, sobre as expectativas e a realidade. Todo o livro é uma brilhante ode à vida (e à morte), mas arrisco dizer que estas poucas linhas traduzem aquilo que é a mais elementar condição do ser humano: o medo da morte. (Lídia Tavares Dias)

     

    a pergunta: 

    o que significa envelhecer?

     

    *

    #LERePENSARcom é uma rubrica #filocri que pretende divulgar leituras, leitores, reflexões e perguntas. pretende-se também ampliar o entendimento de leitura: podemos ler e pensar com livros (literatura,  filosofia, ciência, álbuns ilustrados…), com documentários, com imagens ou com jogos e até com séries. procura-se aquilo que nos faz pensar, pratica-se o voltar a pensar e termina-se (se bem que o fim é um começo) com uma pergunta. 

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    se trabalha na área da filosofia para crianças ou filosofia com crianças (e jovens!) e procura inspiração em livros, este artigo é para si. 

    se procura um livro para as crianças e os jovens aí de casa, talvez encontre aqui algumas sugestões que possam ir ao encontro dos seus interesses.

    já escrevi sobre o assunto aqui no blog (em agosto 2020) e hoje retomo o tema pois há muitos e bons livros que são excelentes trampolins para o diálogo. 

    ¿Hay alguien ahí?, de Ellen Duthie e Studio Patten (Wonder Ponder) 

    – ¿Hay alguien ahí? convoca-nos a pensar na humanidade. já parámos para pensar na humanidade? o que faz de nós humanos? o que será que outros seres podem pensar sobre nós? de que forma é que um conjunto de perguntas, um guião de perguntas muito perguntadeiras pode dizer TANTO sobre a humanidade? 

    Não abras este livro, de Andy Lee e Heath McKenzie (Jacarandá, recomendado pelo PNL2027)

    – este livro – e os outros que se lhe seguem – é um excelente trampolim para pensar sobre as regras, sobre o que devemos ou não fazer. acima de tudo é um livro muito divertido e que consegue captar a atenção da criançada. abrimos o livro? viramos a página? 

    A Grande Fábrica das Palavras, de Agnès de  Lestrade e Valeria Docampo (Paleta de Letras, recomendado pelo PNL2027)

    – sou muito fã deste livro, da proposta de pensamento e das ilustrações. foi um dos livros escolhidos para um projecto em parceria com uma biblioteca escolar e a turma que o trabalhou (2.º ciclo)  ficou rendida à história.

    Gosto, logo existo, de Isabel Meira e Bernardo P. Carvalho (Planeta Tangerina, recomendado pelo PNL2027)

    – este livro acompanhou-me no passado ano lectivo em vários encontros com alunos do ensino secundário e também nalgumas oficinas de pensamento crítico destinadas a pessoas adultas. 

    Os Três Bandidos, de Romu Ungerer (kalandraka, recomendado pelo PNL2027)

    – excelente provocação para pensar as boas e as más acções. podem os bandidos ter bom coração? sim ou não? um excelente livro para ler em família.

    Petit, o Monstro, de Isol (Orfeu Mini)

    – na sequência d’Os Três Bandidos, o Petit é um bom trampolim para pensar quando é que cada um de nós é uma boa ou má pessoa. podemos ser as duas coisas? o que nos faz ser bons ou maus?

    Agora não, Tiago, de David McKee (Kalandraka)

    – um livro clássico na área da filosofia para / com crianças e que conheci numa das formações que fiz. já me levou a partilhar uma reflexão aqui no blog, chegou a ler

    Uma cova é para escavar, de Ruth Krauss e Maurice Sendak (Kalandraka)

    – conheci este livro numa formação com a Ellen Duthie e fiquei rendida à simplicidade e à proposta. vejo ligações com o Para que serve? e Uma mesa é uma mesa. Será?, bem como com o Isto não é, ou com o livro que se segue aqui nas recomendações.

    O Dicionário do Menino Andersen, de Gonçalo M. Tavares e Madalena Matoso (Planeta Tangerina)

    – este livro tem sido uma excelente provocação para pensar as palavras e os sentidos que lhes damos, os seus significados. cá em casa faz companhia ao dictionary of the untranslable.

    Where the wild things are, de Maurice Sendak (Red Fox)

    – mais um clássico para quem trabalha livros ilustrados nas oficinas de filosofia para / com crianças e jovens. um livro provocador e que estica a nossa imaginação enquanto acompanhamos a aventura do Max. 

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    Como desenvolver o pensamento crítico das crianças: livro e/ou ebook disponível online na PresençaWook,  Bertrand e FNAC.

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    no dia 17 de junho há festa na Escola Básica e Secundária Armando Côrtes-Rodrigues, em Vila Franca do Campo – São Miguel, Açores. o mestrado da UAc homenageia a Prof.ª Doutora Gabriela Castro, pioneira da filosofia para / com crianças nos Açores e uma referência incontornável na história da filosofia para / com crianças em Portugal.

    durante o meu percurso de investigação e de prática nesta área teve vários encontros com a Gabriela Castro, bem como com Magda Costa Carvalho e Berta Miúdo Pimentel que, em conjunto, criaram um projecto de seu nome CRIA, no arquipélago dos Açores. 

    o encontro mais feliz de todos foi no mestrado da Universidade dos Açores onde tive o privilégio de ter a sua companhia na orientação da dissertação de mestrado. foi uma dissertação feliz, pois contei com a orientação de Gabriela Castro e de Celeste Machado.

    com o apoio de ambas tive oportunidade de defender aquela que é a primeira dissertação do mestrado em Filosofia para Crianças da Universidade dos Açores.

    sem a ajuda da Professora Gabriela Castro sei que não teria conseguido fazer parte deste momento histórico da filosofia para / com crianças em Portugal. pensei em desistir e a sua persistência, humor e dedicação foram fulcrais para manter o foco e levar o projecto até ao fim.

    quando se homenageia alguém que é importante para nós, parece quase inevitável falar de nós e da forma como a pessoa homenageada teve influência na nossa vida. perdoem-me, pois, por voltar a mim, várias vezes, neste texto. 

    estou muito contente com esta homenagem e por poder fazer parte de um pedacinho do percurso do mestrado em Filosofia para Crianças da Universidade dos Açores que não existiria sem a postura visionária de Gabriela Castro. 

     

    a Professora Gabriela Castro é um pilar de rigor e de criatividade, de atenção à estética e à ética – e tem um sentido de humor que é qualquer coisa.

     

     

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    sugestão da Teresa Laranjeiro (Vimieiro, Arraiolos, Portugal)

     

    o livro:

    O Banquete de Patrícia Portela 

    (editorial Caminho)

     

    a citação:

    “Numa reunião de pássaros, abelhas, aranhas e ventos para discutirá co dicao do Homem, diz a Cegonha Mais Velha do Planeta: “Esta frágil criatura, sem asas, sem penas, sem barbatanas e sem pêlo suficiente para se aquecer tem conseguido sobreviver aos maiores tormentos, ultrapassando todas as adversidades ao longo da passagem dos tempos. A sua coragem é louvável mas as técnicas de autodefesa adotadas são de tal modo agressivas que podem hoje em dia, e em favor da exclusividade da sua imortalidade, causar a extinção de qualquer outra espécie “

     

    a reflexão:

    Este trecho do discurso da Cegonha Mais Velha do Planeta resume bem o que me parece que a espécie humana está a fazer ao nosso planeta. Impressiona-me muito a forma generalizada de se achar que tudo o que existe na natureza só faz sentido se tiver alguma utilidade para os seres humanos. (Tânia Laranjeiro)

     

    a pergunta: 

    o que pode cada um de nós fazer para mudar isto?

     

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    #LERePENSARcom é uma rubrica #filocri que pretende divulgar leituras, leitores, reflexões e perguntas. pretende-se também ampliar o entendimento de leitura: podemos ler e pensar com livros (literatura,  filosofia, ciência, álbuns ilustrados…), com documentários, com imagens ou com jogos e até com séries. procura-se aquilo que nos faz pensar, pratica-se o voltar a pensar e termina-se (se bem que o fim é um começo) com uma pergunta. 

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    (EN) 🇬🇧 We would like to discuss with teenagers (aged 15 to 17) on several philosophical topics we can find in the Netflix series “Stranger Things 4”. This online workshop is a collaboration between the PhiloPop project of Club de filosofie cu copiii and filocriatividade – Joana Rita Sousa (Lisbon, Portugal).

    We will start our discussion departing from the fourth season of the show, that has recently been released on Netflix.

    Participation to our workshops is free, but limited to a maximum of 15 people per workshop.

    The meeting will take place on Zoom on June 27, at 6 p.m. (EET Time)/ 4 p.m. (Portuguese time)

     

    (RO) 🇷🇴 Am dori să discutăm cu adolescenți (cu vârste între 15 și 17 ani) pe mai multe subiecte filozofice pe care le găsim în serialul Netflix „Stranger Things 4”. Acest workshop online este o colaborare între proiectul PhiloPop al Club de filosofie cu copii (https://www.facebook.com/club.philo.kids/) și proiectul filocriatividade al Joana Rita Sousa (Lisabona, Portugalia).

    Vom începe discuția noastră pornind de la cel de-al patrulea sezon al serialului, care a fost lansat recent pe Netflix.

    Participarea la atelierele noastre este gratuită, dar limitată la maximum 15 persoane. Întâlnirea va fi organizată pe Zoom la ora 6 (ora României)

     

    (PT) 🇵🇹 Gostaríamos de dialogar com jovens (entre os 15 e os 17 anos) vários temas filosóficos que podemos encontrar na série da Netflix “Stranger Things 4”. Este workshop online é uma colaboração entre o projeto PhiloPop do Club de filosofie cu copiii (https://www.facebook.com/club.philo.kids/) e o projeto filocriatividade de Joana Rita Sousa (Lisboa, Portugal).

    O ponto de partida para o diálogo é a quarta temporada da série, que foi lançada recentemente na Netflix.

    A participação nestas oficinas é gratuita, mas limitada a um máximo de 15 pessoas. O encontro acontecerá no Zoom no dia 27 de junho, às 16h (hora de Lisboa, Portugal). 

     

     

    inscrições e informações AQUI.

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    hoje em dia é possível encontrar ideias e recursos em vários sítios da internet. para que possa pesquisar com algumas referências, reuni alguns dos meus websites preferidos para partilhar consigo. 

     

    SAPERE 

     recursos online e sugestões de actividades validadas pela equipa SAPERE.

     

    The Philosophy Man

    – Jason Buckley e Tom Bigglestone apresentam várias actividades para crianças, em diferentes faixas etárias. 

     

    Dialogue Works 

    – a equipa Dialogue Works é constituída por Roger Sutcliffe, Bob House e Nick Chandley. vale a pena conhecer (e praticar) as hometalks

     

    Tomás Magalhães Carneiro 

    – no seu blog, o Tomás apresenta várias possibilidades de trabalho em ambiente de diálogo filosófico

     

    The Philosophy Foundation 

    – Peter e Emma Worley partilham alguns recursos bastante úteis para quem pretende praticar a filosofia para crianças e jovens. 

     

    JANA MOHR LONE – UNIVERSITY OF WASHINGTON 

    – o website do Centro de Filosofia para Crianças é muito rico em materiais e ideias para a prática da filosofia para crianças. a pensar nos pais, foi disponibilizado este documento para ajudar a responder à pergunta: How can parents and grandparents inspire philosophical conversations with your children and grandchildren?

     

    WONDER PONDER 

    – este é um dos websites mais acarinhados aqui no blog: a filosofia visual para crianças e jovens surpreende-nos a cada momento. vale MUITO a pena visitar este trabalho

     

    JANE YATES – PHILOSOPHER’S BACKPACK 

    – o website da Jane tem um conjunto de recursos que a Jane vai actualizando ao longo do tempo. sugiro que coloque este link nos favoritos. 

     

    THE PRINDLE INSTITUTE for ethics 

     neste website é possível encontrar sugestões de livros acompanhados de orientações para oficinas de filosofia a partir desses mesmos livros. 

     

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    caso se sinta algo perdida/o com os recursos e precise de alguma orientação para compreender como se faz acontecer uma oficina ou sessão de filosofia para/com crianças, contacte-me para agendar uma mentoria.

    também poderá consultar a agenda e participar numa das próximas formações que vou ministrar.

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    sugestões para debate (dos 6 aos 9 anos) – na escola ou em família

    👀 espreita os dois primeiros minutos deste vídeo para ter uma ideia do que se trata o “Caminhar Descalço” 

     

    👉 em diálogo com a tua família ou os teus amigos, procura responder a estas perguntas. anota outras perguntas que surjam: 

    Qual a razão para as pessoas gostarem de caminhar descalças?

    Caminhar descalço – boa ou má ideia? Porquê?

    Há alguma diferença entre andar e caminhar?

     

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    estas e outras sugestões para dialogar em casa ou na escola estão disponíveis via Home Talks – Diálogos em Casa – iniciativa Dialogue Works

     

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    nesta altura do ano recebo algumas mensagens de famílias ou de estudantes que têm o exame de filosofia à porta e que procuram apoio ao estudo. tenho acompanhado estudantes cujo problema de estudo não diz respeito à disciplina em si, mas ao facto de terem dificuldades em organizar ou planear o seu estudo.

    há muitas técnicas e ferramentas que nos podem ajudar e por vezes é preciso tempo para as conhecer, experimentar e escolher aquela que funciona connosco. uma vez que os exames estão mesmo à porta, escolhi aquilo que melhor funciona comigo na esperança de que possa ser útil a alguém.

     

    pausas: a técnica pomodoro 

    no artigo três sugestões para estudar melhor falo da técnica pomodoro que pode ser muito útil para gerir os tempos de estudo e ajudar o nosso cérebro no balanço entre o modo difuso e o modo focado. no trabalho ou no estudo, a pausa é essencial para conseguirmos ter produtividade nas tarefas. 

     

    apontamentos: os mapas mentais

    sou fã dos mapas mentais e do Tony Buzan e não abdico desta forma de tirar apontamentos. preparei as defesas das minhas duas dissertações de mestrado com mapas mentais. organizo leituras com mapas mentais. é revolucionária a forma como os mapas mentais nos fazem pensar num assunto. exige alguma prática e tempo para apanhar o jeito, mas depois é algo que fica para a vida. 

     

    apontamentos: faz a tua própria sebenta

    confesso: adoro a palavra sebenta. para mim uma sebenta é o conjunto de apontamentos de uma disciplina. pode conter texto corrido, imagens, gráficos e mapas mentais. podem ser feitas num simples documento word, mas hoje em dia há evernote ou notion que podem perfeitamente ajudar a agregar a matéria. 

    deverá haver um índice orientador para que facilmente possamos encontrar os conteúdos de que precisamos. quando se tem colegas na turma que têm óptimos apontamentos, nada como pedir-lhes as suas notas para incluir na nossa sebenta. aliás, podem construir a sebenta em conjunto, usando ferramentas colaborativas (como a google drive). 

     

    estudar sozinha e acompanhada?

    esta é uma nota muito pessoal: adoro estudar sozinha. organizar o meu tempo e as minhas papeladas. e também gosto de momentos de diálogo e de troca sobre elementos da matéria. a minha sugestão passa por ter momentos de encontro com quem está a estudar para conversar sobre a matéria, fazer perguntas, trabalhar pormenores e/ou a visão do todo. o diálogo é uma excelente ferramenta de estudo. 

     

    *

     

    o planeamento é fundamental na hora da preparação para os exames. é um engano pensar que basta estudar muito e nas vésperas, pois a qualidade do estudo é duvidosa e a pressão pode mesmo atrapalhar o processo. 

    a ideia de ir estudando atempadamente, dividindo a matéria em pequenos blocos, parece-nos mais morosa e menos atraente numa altura em que queremos tudo rápido e já e no momento. porém, é uma excelente estratégia de estudo. quanto mais cedo começamos a fazer este planeamento, melhor. 

     

    👉 outras sugestões disponíveis neste artigo P3

    votos de bom estudo! 

     

     

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    em 2021 tive a oportunidade de colaborar com o Teatro Bravo  numa das suas fases de criação da peça que vai estrear em breve, Magdalena. 

    sou fã de teatro e também dos cruzamentos entre a filosofia e as artes. não foi a primeira vez que participei como consultora na construção de uma peça artística e espero que haja outras oportunidades no futuro.

    fica o convite para assistir à estreia da Magdalena e do Teatro Bravo.  mais informações AQUI

     

     

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    📌 a filocriatividade tem a agenda 2022/2023 aberta para oficinas de filosofia nos diferentes níveis de ensino, da creche ao ensino secundário.

    estou disponível para viajar até à biblioteca escolar ou municipal, centros de estudo, associações culturais e outros espaços que possam acolher as oficinas #filocri.

    para saber mais contacte-me através deste formulário

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    hoje tinha duas mensagens no twitter de jovens que pretendiam indicações para redigir um ensaio filosófico. são alunos do 11.º ano e têm temas e perguntas a partir dos quais são convidados a ensaiar pensamento.

    a minha recomendação foi idêntica para ambos: uma vez tendo a pergunta bem definida, é necessário analisar a pergunta, os conceitos que nela habitam, circunscrevendo o seu âmbito. esse processo pode incluir alguma pesquisa sobre a temática que poderá conduzir-nos a ideias de pessoas filósofas. 

    no livro The Basics of Essay Writing, Nigel Warburton salienta a importância da pesquisa e do planeamento, ainda antes do momento da escrita. durante esse processo é bom cultivar uma certa suspensão do juízo (epoché) e estar atenta/o aos enviesamentos de pensamento (é natural ter uma tendência para concordar com um lado da questão e por isso pensar de forma mais superficial o outro lado da questão.

    um exemplo:  imaginando que o ensaio versa sobre a pergunta: “a resposta científica e a resposta religiosa são opostas ou complementares?, convém dizer o que caracteriza uma resposta científica e uma resposta religiosa. poderá ser pertinente ver se essas respostas respondem às mesmas perguntas –  ou não.

    há ainda que manifestar o nosso posicionamento face à pergunta do ensaio: partindo do exemplo, há oposição ou complementaridade? e justificar. 

    julgo que é importante sublinhar que nem todas as respostas que damos à pergunta do ensaio filosófico irão assumir um dos lados a 100%: ou seja, eu posso concordar em parte com a oposição e em parte com a complementaridade. para tal, tenho de elaborar bem o meu ponto de vista, esclarecendo onde encontro relevância ou suficiência nas posições.

    também é importante lembrar que aquilo que é um argumento tem de estar bem claro na nossa cabeça; o dicionário Crítica na Rede pode dar uma ajuda.

     

    *

    📌 o David Erlich partilhou comigo que aprecia bastante a sugestão sobre ensaio filosófico presente no manual Como pensar isto tudo?, 10.º ano – versão do professor e que elenca os seguintes passos:

    – formulação explícita do problema;

    – explicitação da importância do problema;

    – esclarecimento de conceitos;

    – caracterização das principais teses em confronto;

    – formulação explícita da tese defendida;

    – argumentação a favor da tese defendida;

    – argumentação contra as teses opostas;

    – conclusão: breve resumo das ideias e argumentos apresentados. 

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    alguns recursos que podem ser úteis: 

    – o professor Vitor Lima disponibiliza um vídeo intitulado Argumentação sem stresse;

    – o canal Isto Não É Filosofia tem várias aulas sobre temas distintos – alguns deles podem ser úteis para pensar a pergunta do ensaio filosófico;

    – também no youtube: espreitar os canais do Rolando Almeida e A Tua Filosofia, do David Erlich. 

    – o #EstudoEmCasa disponibiliza um vídeo onde se responde à pergunta “como escrever um ensaio filosófico?”

     

    boa pesquisa, boa leitura e boa escrita!

     

     

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    🟪 livro à venda:  Como desenvolver o pensamento crítico das crianças – Parar, Pensar, Escutar, Dialogar