filocriatividade

filosofia para/com crianças e jovens | mediação cultural e filosófica | #ClubeDePerguntas | #LivrosPerguntadores | perguntologia | filosofia, literatura e infância

🟥 quem sou eu?

🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025). 

Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»

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    gosto de participar nos desafios do instagram que envolvem partilhas de livros. gosto de livros e por vezes é difícil ter noção do que é publicado. participar nestes desafios é uma forma de receber uma curadoria de títulos por parte de pessoas que também gostam de livros, como eu.

    outra coisa que aprecio nestes desafios é o facto de terem algum critério que me faz olhar para as estantes e procurar certos livros. às vezes “descubro” livros que tenho cá em casa e dos quais já não me lembrava, já me aconteceu. foi assim que não há muito tempo descobri que tinha um livro repetido. 

     

    neste momento pode acompanhar o desafio #alfabetodelivros iniciado pela Sofia. estou a tentar acompanhar o ritmo e não prometo ser certinha nos dias das publicações. porém, vou fazer esse esforço. 

     

    na letra A não podia deixar de recomendar o AGORA!, o Agora não, Tiago e A Arte da Boa Vida. livros para todas as idades, pois é preciso incentivar à leitura por parte das pessoas miúdas e das graúdas

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    a Lídia convidou-me para colaborar no seu blog, com uma sugestão de livro subordinada ao tema perigo.

    quer saber qual foi a minha sugestão? ora espreite AQUI.

     

    (e se tem conta no instagram pesquise por #joanaritalivros e encontrará outras sugestões de leitura, umas mais perigosas do que outras) 

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    no último encontro de mentoria com o meu amigo filósofo Vitor Lima falámos deste livro, nudge. um livro de capa amarela e com uns elefantes catitas na capa da autoria de Richard Thaler e Cass R Sunstein. 

    estes encontros de mentoria em dupla têm sido muito felizes e enriquecedores. ambos somos mentores e mentorados um do outro, falamos de igual para igual. ainda que ambos tenhamos percursos na área da filosofia (e foi isso que nos aproximou) são percursos distintos e desde a  primeira hora compreendemos que teríamos uma situação verdadeiramente win win se nos encontrássemos regularmente para conversar, partilhar obstáculos e conquistas, arriscar perguntas e respostas. 

    a referência que o Vitor fez ao livro nudge foi o empurrão que eu precisava para comprar o livro e incluir na pilha de livros a ler, lado a lado com os títulos trabalho e a arte da boa vida (de outros autores). 

    um dos episódios do [IN]PERTINENTE aborda este livro e é uma boa forma de entrar no tema: 

    Todos os dias tomamos decisões importantes – sobre a escola e saúde dos filhos, sobre o que compramos, o que comemos ou como investimos o nosso dinheiro. Infelizmente, muitas vezes tomamos más decisões. Um simples preconceito, ou uma leitura equívoca das probabilidades, podem levar a que percamos a perspetiva racional, e passemos a fazer escolhas que apenas nos prejudicam.
    Nudge – a obra de referência do Prémio Nobel Richard H. Thaler – explica-nos o processo de decisão e como podemos aperfeiçoá-lo. Com recurso a décadas de experiências no campo da economia comportamental, os autores mostram-nos como usar a “arquitectura da escolha”. (fonte: bertrand livreiros) 

     

    se quiser comprar um destes livros considere fazê-lo entrando neste link da bertrand livreiros, o meu link afiliados. obrigada! 

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    estas são as três revistas que conheço e que foram concebidas a pensar nas crianças: 

    👉 a revista DÓLITÁ (dos 3 aos 6 anos) 

    👉 a revista Dois Pontos (dos 7 aos 11 anos) 

    👉 a revista Triciclo 

     

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    tem outras sugestões?

    partilhe nos comentários! 

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    é carregar no play, parar, escutar e pensar. 

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    em casa ou na escola observem o seguinte vídeo: Pato! Coelho! – Amy Krouse Rosenthal e Tom Lichtenheld

    🦆 Consegues ver o coelho?

    🐰  Consegues ver o pato?

    🤭 Será que ali há outro animal?

    🤭 Um animal pode ser um pato e um coelho ao mesmo tempo? 

     

    📌 pensa em dois animais muito diferentes, mistura-os e cria um animal novo: como se chama? o que come? o que gosta de fazer no seu tempo livre? desenha-o sozinho/a ou em família. 

     

    (actividade pensada para crianças dos 3 aos 5 anos

    e criada para as Home Talks – Diálogos em Casa – Dialogue Works)

     

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    Philosophical sensitivity involves the development of our ability to identify and ponder fundamental questions about the human condition and to be unwilling to stop at whatever answers we find.

    (Jana Mohr Lone, The Philosophical Child, p. 23)

     

    como cultivar a sensibilidade filosófica? 

    “Engaging in philosophical conversations, reading philosophy, listening to philosophical lectures, observing others facilitating philosophical discussions, and reflecting on the philosophical facets od literary and artistic works all provide experiences that nurture this capacity.” – eis as sugestões de Jana Mohr Lone na p. 27 do livro acima citado.

     

    num artigo anterior partilhei algumas sugestões de leituras na área da filosofia que recomendo sobretudo a quem não é estudante de filosofia.

     

    no que respeita à sugestão de participar e observar outras pessoas no processo de facilitar um diálogo filosófico, aqui ficam as minhas recomendações:

    – participe num café filosófico (online, via bertrand livreiros ou presencial na Malaposta);

    – frequente os cursos da Academia do Diálogo;

    – frequente os cursos promovidos pelo Steven Gouveia;

    – assista aos cursos gratuitos da escola Isto Não É Filosofia;

    – [se tem formação na área da filosofia para/com crianças e jovens], participe nos diálogos filosóficos;

    – faça parte do grupo de estudos e leitura #filocri;

    – acompanhe o Centro de Filosofia para Crianças e Jovens da Sociedade Portuguesa de Filosofia.

     

    se pretende ser contactada/o por mim no sentido de ter acesso a mentoria na área da filosofia para/com crianças e jovens, pf preencha este formulário

     

    📷  Mutzii / Unsplash  

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    👉 a quem se destinam as comunidades criativas #filocri?

    a qualquer pessoa que tenha interesse para praticar criatividade. não importa a idade, a profissão ou até a localização geográfica – vamos encontrar-nos via zoom e isso permite acolher diferentes geografias.

    pretende-se que seja uma comunidade intergeracional, por isso não há uma faixa etária no chamado público-alvo. o público são pessoas que estejam disponíveis para treinar criatividade com outras pessoas (conhecidas ou desconhecidas), que tenham acesso a um computador e internet.

    a participação nas Comunidades Criativas [online] pode ser uma actividade desenvolvida em família – a minha única questão com a idade prende-se com a autonomia das crianças perante um computador. assim, diria que crianças a partir dos 7 anos poderão participar de forma autónoma e que crianças mais novas podem participar na companhia de uma pessoa adulta. 

     

    👉 tenho de me inscrever nas comunidades criativas #filocri?

    sim, a participação está sujeita a inscrição prévia. após o preenchimento deste formulário irei enviar-lhe os dados para pagamento de forma a garantir o seu lugar nos encontros comunidades criativas #filocri.

    seleccione os encontros nos quais pretende inscrever-se – note que só vou aceitar 6 pessoas por encontro, portanto não perca a oportunidade!

     

     

    🗓 9 de abril, sábado, das 17h às 18h15 

    🗓 14 de Maio, sábado, das 17h às 18h15

    🗓 17 de Maio, terça, das 21h às 22h15

     

    inscreva-se AQUI.
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    Harris is a professor of philosophy at Purdue University and a leader in the field of critical pragmatism. His agenda of “struggle philosophy” moves beyond analytic and instrumentalist reasoning and Socratic dialogue to incorporate an “ethics of insurrection,” “advocacy aesthetics,” and the concept of racism as “necro-being.” In addition, Harris has been largely responsible for the renewed, contemporary interest in the life and philosophy of the American philosopher Alain LeRoy Locke. In 1980 Harris attended the IAPC Summer Seminar at Mendham with Matthew Lipman and Ann Margaret Sharp and a few years later he founded and directed a Philosophy for Children Center at Morgan State University. Harris established a program to introduce Philosophy for Children in Washington D.C. public schools, which he wrote about in his book, Children in Chaos: A “Philosophy for Children” Experience (Kendall Hunt, 1991). In this new interview, Harris reflects on that experience, on philosophical disagreements he had with Lipman, and the politics of education. The interview was conducted March 22, 2022 via Zoom, by myself (IAPC, Montclair State University), Megan Jane Laverty (Teachers College, Columbia University), and Darren Chetty (University College London).

     

    a conversa entre Harris, Laverty, Chetty e Gregory está disponível AQUI

    (via ICPIC)

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    The theme this year is ‘Philosophy and Conflict’.

     

    Have you run philosophy sessions with children in areas of conflict? How do you handle conflict in terms of disagreements in a philosophy dialogue? Is conflict a good thing? Perhaps you would like children to discuss the philosophy of conflict, war or violence. Is that appropriate,? If so, what is the best way to do it? Can philosophy resolve conflict? Should it be used to do this?

     

    The theme is deliberately open to invite a range of approaches. This is because SOPHIA workshops deal with P4C pedagogy, theory and practice; as well as philosophical experiences, games and activities for practitioners to take away.

     

    Network Meeting Call for Proposals
    SOPHIA invites philosophers, teachers and anyone who is involved in doing philosophy with children to submit a proposal for our 2022 meeting in Istanbul. The Meeting will take place over the weekend of June the 18th and 19th.

    DEADLINE: April the 28th 2022

     

    More info: SOPHIA’s website.

     

     

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    “No dia 2 de abril, comemora-se em todo o mundo o nascimento de Hans Christian Andersen.

    ​A partir de 1967, este dia passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.

    Como é habitual, para assinalar este dia, a DGLAB disponibiliza um cartaz digital, da autoria do artista André Carrilho, vencedor do Prémio Nacional de Ilustração em 2021.

    (…)

    O cartaz de André Carrilho transmite a ideia que tem sido subjacente a este dia ao longo dos anos: que cada livro e cada história despertam sentimentos e emoções únicas, que nos ajudam a sonhar e a sentir algum conforto perante um mundo agitado como são as ondas revoltas do mar.”

    (via Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas

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    é com muito gosto que faço parte da equipa de pessoas Impulsionadoras Criativas do Torrance Center Portugal. esta equipa está motivada para proporcionar encontros e momentos #EuSouCriativo na semana em que se celebra o World Creativity & Innovation Day.

    para saber mais sobre a equipa Torrance Center visite AQUI. aproveite também para conhecer algumas propostas de prática de criatividade neste ebook.

     

    em breve será divulgado o programa Torrance Center para a semana de 18 a 22 de Abril. fique atento/a!

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    cafés filosóficos,  formação acreditada de 25h, formação inicial sobre diálogo criativo e oficinas de filosofia para crianças e jovens. consulte a agenda detalhada AQUI.

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    Giuseppe Cambiano é licenciado em filosofia e professor emérito de história da filosofia antiga em Itália. no livro Sete razões para amar a filosofia,  Cambiano descreve essas sete razões de forma simples e acessível para quem não tem uma bagagem de conhecimento na área. 

    o índice anuncia as sete razões: fazer perguntas, usar palavras, procurar respostas, apreciar a discordância, abrir os horizontes, compreender os outros: outros tempos e compreender os outros: outros mundos.

    identifiquei nestas razões aquelas que me levaram a estudar filosofia, a fazer uma licenciatura, e também as razões para desenvolver oficinas de filosofia para crianças e jovens (e também para adultos). 

    numa oficina de filosofia as perguntas são ferramentas essenciais para a dinâmica do diálogo. perguntamos para saber, para esclarecer, para colocar hipóteses, para problematizar.  nesse processo de pergunta, as palavras são pensadas, esmiuçadas, definidas e são um instrumento que nos permitem posicionar-nos sobre algo. 

    além de colocar perguntas, arriscar respostas é outro elemento chave da oficina, pois não ficamos satisfeitos/as só com o perguntar. uma oficina pode acontecer só com perguntas? pode, sim. porém não excluo as respostas deste contexto, pois estas permitem experimentar cenários e até colocar outras perguntas.

    num diálogo é natural que haja discordância. não promovo diálogos que tenham como fim último que todos concordem uns com os outros. não é esse o meu foco. também não tenho como foco a discordância. o ambiente deverá ser capaz de acolher tanto uma coisa como a outra, os concordo e os não concordo, pois esta tensão permite ver outros pontos de vista em torno do problema. 

    abrir os horizontes, diz Cambiano. sem dúvida, ampliar sentidos e contemplar possibilidades que até então eram impensáveis: eis um dos efeitos secundários dos diálogos filosóficos. 

    compreender os outros: outros tempos e outros mundos, diz Cambiano. o que pretende dizer com isto?

    vou dar a palavra ao autor:

    (…) Graças aos restos arqueológicos e às produções artísticas do passado, consegue-se entrever como se vivia no passado, onde se morava, quais eram as atitudes religiosas, como eram representados os deuses, pessoas e coisas e que sons eram apreciados.(…)

    (…) compreender os outros não significa automaticamente, sempre e em todo o lado, justificar tudo aquilo que os outros dizem ou fazem (…) a filosofia procura também identificar se existe e em que consiste a dignidade humana, para a salvaguardar em cada um e em todo o lugar. 

     

    a compreensão dos outros tempos e dos outros mundos são fundamentais para, por um lado salvaguardar a memória, e por outro lado, a dignidade humana.

     

    quanto a mim, a oitava razão para amar a filosofia passa por ter a possibilidade de filosofar lado a lado com crianças e jovens, escutá-los, renovar a minha atitude de espanto. 

     

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    se quiser comprar este livro, entre AQUI e use o meu link afiliados. desta forma está a apoiar a filocriatividade e a permitir que eu possa continuar a produzir e a partilhar conteúdo para a comunidade. 

    lembre-se que também poderá requisitar este livro numa biblioteca.

     

    subscreva a newsletter #filocri e receba no seu e-mail sugestões de exercícios de diálogo, recomendações de leitura e de eventos relacionados com filosofia e educação. 

     

     

     

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    é conhecida a minha admiração pelos materiais Wonder Ponder. a filosofia visual proposta por Ellen Duthie e Daniela Martagón veio ao encontro da minha prática de diálogo filosófico, uma vez que os recursos visuais (imagens, fotografias, livros ilustrados) foram desde o início uma das minhas opções no momento de escolher algo que servisse de pontapé de saída para o diálogo. 

    parar.

    ¿Hay alguien ahí? convoca-nos a pensar na humanidade. já parámos para pensar na humanidade? o que faz de nós humanos? o que será que outros seres podem pensar sobre nós? 

    observar e ler.

    hum? como é possível os seres bíbopes terem tanto a dizer sobre os humanos? espera aí. e o que dizem é em forma de perguntas? perguntas e mais perguntas?

    de que forma é que um conjunto de perguntas, um guião de perguntas muito perguntadeiras pode dizer TANTO sobre a humanidade? 

    pensar, escutar e falar. 

    este livro é perguntador, não fosse ele um conjunto de perguntas que parece não ter fim. convida a responder, a tentar sossegar o desassossego provocado pelas perguntas. podemos partilhar a leitura com outras pessoas e assim dialogar a partir das perguntas do livro, das respostas que queremos arriscar e de outras perguntas que as perguntas nos possam provocar.

    arriscar perguntas, arriscar respostas. 

    ainda há espaço para mais perguntas? sim.

    há espaço para respostas? sim.

    esse trabalho agora é connosco, os seres humanos que têm nas suas mãos o livro que é um preguntario interplanetario para terrícolas inteligentes. há que abrir o livro lançar as perguntas e as respostas. é bem possível que nos demoremos algum tempo em cada uma das páginas – e esse é um dos pontos que tanto aprecio nos materiais Wonder Ponder. são materiais egoístas, no sentido em que exigem a nossa total atenção ao detalhe e uma atitude nada apressada na leitura. definitivamente, este livro é um livro para pessoas sem pressa – e que podem ou não gosta de donuts 🍩 

    *

    👉 numa oficina de filosofia um livro (ou outro recurso) não faz o trabalho por nós, porém um livro como este ajuda muito a contemplar pontos de vista diferentes, a colocar em causa o que pensamentos, a criar um espaço de incerteza e a alimentar a curiosidade.

     

     

    ¿Hay alguien ahí? é um livro pensado para crianças a partir dos 9 anos (para leitura autónoma) e poderá ser lido por crianças de outras idades, com mediação de leitura.  

    (também é altamente recomendado para pessoa adultas curiosas.)