filocriatividade

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🟥 quem sou eu?

🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025). 

Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»

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Às 22h30m (e com 30min de atraso) entrou em campo a equipa Blasted Mechanism constituída por Guitshu (voz), Valdjiu (bambuleco, kalachakra, banjo-bandola), Ary (baixo), Syncron (bateria), Winga (percussões, didgeridoo) e Zymon (guitarra, sitar eléctrica, teclas). Do outro lado do campo (a Aula Magna de Lisboa) encontrava-se a equipa Blasted Generation, constituída por tribos diversas. A batalha consistia na apresentação do novo trabalho dos Blasted Mechanism, “Blasted Generation”, que se segue ao “Mind at Large” (2009). E o cenário previa-se como um ganhar/ganhar.
«Blasted Generation» foi a música que deu o mote de entrada para a banda que surpreendeu com um palco onde a estrutura concebida por Rui Gato nos presenteava com um video mapping que nos fazia viajar pelo “Blasted Empire”. Não falharam “hinos” como «Start to move» (com a presença de Agostinho da Silva) ou »When the sun goes down». O público cantava e sobretudo dançava. Aliás, assim que a banda entrou em palco, a maioria das pessoas levantou-se para saudar os seus membros e começar a dançar.
Ana Sofia Antunes é responsável pela roupa que a banda apresenta neste trabalho e que nos fascinou pelos seus pormenores de luz e forma, bem como pelas figuras que se criam em palco. Figuras míticas (míSticas?) que (en)cantam com sons de índole indiana e africana. Todo um apelo à dança, em harmonia com o cosmos, do primeiro ao último minuto.
A banda terminou o concerto com o tema «Puxa para cima», que é uma espécie de hino ao combate à crise, através da música. “Puxa para cima a tua energia” marcou a manifestação que, a 12 de Março de 2011, invadiu a Avenida da Liberdade, em Lisboa.
A Aula Magna não esgotou, mas o público abandonou o campo de batalha com o corpo esgotado da dança e a alma banhada em boas energias.
A banda vai apresentar o novo trabalho no Porto a 7 de Abril e em Angra do Heroísmo, a 30 de Junho.

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