Joana Rita Sousa mora numa aldeia, de seu nome Filosofia. Aos 3 anos caiu num tacho de cozido à portuguesa, envergando um vestido branco onde alguém bordou a branca de neve e os 7 anões. Esse evento mudou a sua vida. E explica muita coisa.
– a partir de hoje colaboro na revista Papel. a primeira crónica versa sobre imperativos categóricos e a sua relação com uma caixa de pastilhas elásticas. para ler AQUI, para gostar AQUI –
[a imagem é da responsabilidade do Fernando Dinis (fotógrafo) e João Paca (design gráfico). muito obrigada a ambos!]


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