filocriatividade

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🟥 quem sou eu?

🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025). 

Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»

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    joana rita #filocriatividade

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    A partir de agora, alguns dos posts serão escritos em inglês; assim os amigos da SOPHIA podem visitar-me com frequência.

    From now on, some of the posts will be written in english; this way, friends at SOPHIA can visit me more often.
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    Professor Óscar Brenifier will be in Portugal to attend a three days’ course at LanguageCraft (http://www.languagecraft.pt/)

    11th, 12th and 13th
    April 2008

    The course will be held in portuguese and spanish. There will be translaters present.

    For more informations please write to geral@languagecraft.pt
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    O «pai» de expressões como aldeia global esteve em Lisboa. E deixou algumas ideias no ar:

    «Vamos viver experiências de muitos tipos, para as quais ainda não sabemos a resposta, mas a verdade é que o Estado-Nação – com governos clássicos cujas receitas provêm da colecta de impostos – entrou em falência», afirmou.

    «O Estado-Nação assenta na burocracia, que sendo a forma mais ineficaz de organização na sociedade pós-industrial, se apresenta como um inimigo face ao futuro», acrescentou.
    Ora, para combater as burocracias, por si classificadas de «Katrinas institucionais» – numa alusão ao furacão que devastou o sul dos Estados Unidos em 2005 -, Toffler preconizou que os jovens portugueses exijam «cada vez mais informação» no exercício diário do seu direito cívico.
    Na vertente económica e das saídas profissionais para os «baby boomers» portugueses do século XXI, Toffler foi muito claro: «Terão de estudar diferentes cursos ao longo das várias etapas da vida».

    «Não há segredos curriculares e, por isso, cada um deverá seguir o seu talento a aplicar a fundo as suas capacidades», adiantou.
    Em relação ao panorama curricular universitário actual, o futurista norte-americano não quis deixar margens para dúvidas: «Nada permanecerá, os cursos serão redesenhados, para serem mais individualizados», garantiu.

    Heidi, inseparável «cara-metade» de Alvin nas investigações desenvolvidas e livros publicados, foi mais longe: «Aceitando que já não se pode realizar o mesmo trabalho toda a vida, a questão é saber quantos cursos estamos dispostos a tirar», indicou.

    Fonte: Diário Digital

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    Na Única (23 de Fev), encontramos uma referência à Revista The Philosopher’s Magazine, que comemora 10 anos.
    Trata-se do 40º número e nele podemos encontrar um ensaio de Hasok Chang, bem como a presença de figuras como Peter Singer, Slavoj Zisek e Colin McGinn.
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    Sendo o pensamento o recurso humano mais valioso, pois distingue-nos dos outros seres vivos, é também a nossa competência mais importante. Optimizá-lo constitui um enorme desafio e a técnica dos Seis Chapéus do Pensamento de Edward De Bono permite-o, explorando diferentes perspectivas numa situação complexa. No mundo globalizado e em constante evolução empresarial, o pensamento estruturado e criativo é uma vantagem competitiva, ao qual os gestores não devem ficar alheios. Perante situações diárias que exigem acção imediata, é essencial combinar a informação com a criatividade para gerar valor. O cérebro só pode ver o que está preparado para ver mas responde bem ao estímulo, assim o propósito desta técnica é utilizar o chapéu como objecto-símbolo, sendo capaz de o estimular para além do óbvio e natural. Trata-se de criar serviços, produtos, acções de valor a todo o momento, e não apenas de resolver problemas.Ver o mundo de várias formas é uma boa arma na formação de estratégias ou em processos de tomada de decisão, e estes são simplesmente os primeiros passos para a inovação.Os benefícios do uso desta técnica nas reuniões de trabalho, nas taskforces, na tomada de decisão, na resolução de problemas, na área comercial, bem como, nos processos de recursos humanos, como o recrutamento e selecção e a avaliação de desempenho, são espelhados na optimização do tempo, no aumento da produtividade intelectual, conduzindo a decisões objectivas e a resultados mais eficazes. O seu uso não só é inovador, como também eficaz devido à sua componente organizadora de pensamento individual e de grupos.Geralmente raciocinamos de maneira tendenciosa, de forma variada e não controlada, tentando equilibrar uma série de elementos: a lógica, a emoção, as oportunidades, as ameaças, a esperança, a criatividade. Todavia, cada um tem o seu lugar e é essencial para o sucesso, basta saber interrelaciona-los. A aplicação da técnica dos seis chapéus, permite ao pensador fazer uma coisa de cada vez, separando a emoção da lógica, a criatividade da informação.Não é caso de se tirar o chapéu, mas de se colocarem seis chapéus de forma consciente e sequencial.

    DESTINATÁRIOS
    Licenciados e/ou bacharéis que exerçam, ou que pretendam exercer, actividades nos Recursos Humanos, bem como interessados na área do Comportamento Organizacional, ou que têm contacto com clientes, colaboradores, e parceiros.
    Quadros e responsáveis funcionais e operacionais que pretendam optimizar tempo e energia através de um instrumento fácil e pragmático, quer com a sua equipa, quer nas reuniões de trabalho.

    OBJECTIVOS
    Usar a técnica dos seis chapéus para optimizar o tempo na organização e aumentar resultados.
    Aplicar a técnica dos seis chapéus de forma a obter resultados eficazes nas reuniões.
    Dominar a técnica dos seis chapéus na tomada de decisão pessoal e organizacional.

    METODOLOGIA
    Exercícios práticos no uso dos chapéus e simulacro da sua utilização em diversos contextos: reuniões e grupos de trabalho.
    O material a ser fornecido e utilizado por cada participante é publicado por dBTS, de Bono Thinking Systems organização que promove no mundo inteiro o uso dos métodos de pensamento do Dr. Edward de Bono e que assegura a venda exclusivamente a formadores certificados.

    Datas e local: 14 e 15 de Abril, nas instalações do ISLA (Lisboa)

    Formadoras: Ana Filipa Gameiro e Joana Rita Sousa

    Contacto para informações: anafilipagameiro@gmail.com
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    • DATA(S) 27 e 28 de Fevereiro de 2008
    • LOCAL Centro de Congressos Estoril
    mais informações aqui
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    Chapéu Verde: criatividade; mudança e consideraçao de novas alternativas; um olhar novo sobre as coisas, fugindo ao que já está estabelecido; a provocação, a exploração de algo diferente e novo; humor; pensamento lateral; alteração de padrões; o momento eureka!

    Porque não treinarmos a criatividade? É o desafio do chapéu verde: procurar alternativas, buscar algo além do que já é conhecido, óbvio e satisfatório. a provocação surge com a palavra po (provocação na operação). A palavra po é utilizada para nos afastar dos padrões habituais de pensamento, permitindo construir algo novo, longe da estabilidade directa e ordenada da linguagem.
    Propostas e sugestões. Exploração. Alternativas. Ideias novas. Provocações. O chapéu verde.

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    A boa notícia diz respeito à iniciativa de empresas privadas em oferecer 66 lugares nos seus quadros a estudantes da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Córdoba. Esta oferta manter-se-á nos próximos dois anos. Leia aqui a notícia completa.

    A má notícia diz respeito ao encerramento do curso de Filosofia na Universidade de Évora: «A Universidade de Évora, que vai suspender três licenciaturas no próximo ano lectivo por falta de alunos, pretende abrir três novos cursos em parceria com o sector empresarial, em que os estudantes aplicam os conhecimentos nas empresas.
    Para a Universidade de Évora, a ligação às empresas é vital. Encaramos toda a nova formação de primeiro ciclo (licenciatura) em parceria com as empresas e esse namoro irá prolongar-se pelos segundo e terceiro ciclos de formação», frisou hoje o reitor, Jorge Araújo.
    No próximo ano lectivo, revelou, vão ser suspensas as licenciaturas de Física, Filosofia e Matemática, que captam um reduzido número de alunos, mas, em contraponto, vão ser criados três novos cursos, fruto dessa ligação às empresas.»

    Em Córdoba valoriza-se a versatilidade do curso de Filosofia como uma mais valia para as empresas, em áreas tão distintas como a tradução, as galerias de arte, entre outras. Em Évora acaba-se com o curso de Filosofia, precisamente por se considerar que este não se adequa à realidade empresarial, preferindo-se cursos «sanduíche».

    É caso para fazer minhas as palavras do grande jornalista e comunicador Fernando Pessa: e esta hein?


    (via telegrapho de hermes)

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    Chapéu Amarelo: positivo na busca de benefícios e no esforço de fazer acontecer as coisas; especulativo (ponderar sobre o que poderá vir a acontecer); potenciador da melhor das hipóteses, procurando a maximização dos benefícios.

    Neste método, a criatividade é do domínio do chapéu verde, requerendo ainda assim a positividade do chapéu amarelo; é possível que, a partir de ideias antigas, cheguemos a novas ideias através da atitude positiva de realizar uma dada tarefa. Este chapéu salienta os nossos pontos fortes, as nossas vantagens face aos outros, que podem ainda ser potencializadas para optimizar o desempenho (o individual ou o de uma empresa, por exemplo).
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    O seminário pretende mapear algumas das principais problemáticas que desafiam um pensamento crítico contemporâneo. Para este efeito, ao longo das diferentes sessões, serão discutidas propostas de intelectuais cuja reflexão tem motivado importantes debates políticos (ver programa em baixo). O seminário destina-se ao público em geral. Mediante inscrição serão disponibilizados materiais comuns de leitura, dispensando-se qualquer tipo de formação académica prévia.
    Tel.: 213 536 054
    Preço do Curso: € 25,00 € 15,00 para estudantes
    Acesso a todas as sessões e a materiais de leitura
    Mais informações aqui!
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    23 de Fevereiro de 2008 – Sábado, às 21h30:
    PALESTRA
    Tema: BUDISMO
    Proferida por PAULO BORGES.

    Mais informações:
    http://www.galeriamatosferreira.com/

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    Chapéu Preto: o ponto de vista céptico (devidamente justificado); lógico negativo; cauteloso e construtivo; avaliação do risco; possibilidade de apontar erros/deficiências processuais no próprio pensamento.

    O pensamento do chapéu preto indica erros e questiona a validez das provas. Convida-nos a pensar com cautela e prudência; num dado processo em que o seu papel é avaliativo, o chápéu preto ajuda a decidir se avançamos com a decisão ou se a abandonamos.
    A decisão última baseia-se nos contributos dos factos (chapéu branco), das vantagens (chapéu amarelo), da cautela (chapéu preto) e da intuição e sentimentos (chapéu vermelho.)
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    Chapéu Vermelho: o contrário da informação neutra ou objectiva; o espaço onde o palpite e a intuição se podem manifestar, sem necessidade de justificações; diz respeito às emoções e aos sentimentos, bem como aos aspectos não racionais do pensamento.

    Este chapéu conduz o nosso pensamento pelas questões: “o que sinto sobre isto?” ou “o que sentem os outros?”. Sem necessidade de justificar o sentimento, o chapéu vermelho permite-nos a auto-consciência do que se sente naquele momento, sobre determinado assunto; permite também a consciência dos sentimentos dos outros, quando estes partilham connosco a emoção.
    Pode o pensamento mudar as emoções? Qual o papel da inteligência emocional no nosso dia-a-dia?
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    Chapéu Azul: controla o processo do pensamento, funcionando como uma espécie de «maestro»; é o responsável do resumo e da conclusão, assegurando o cumprimento das regras e dos objectivos.

    O chapéu azul é fundamental na gestão e a sua utilização permite as conclusões, o encontro com as soluções e as decisões. É este o chapéu que domina e gere todos os outros, encontrando o melhor momento de intervenção de cada um. Todos os chapéus têm o seu papel: o branco informa, o vermelho permite-me dizer o que sinto, o amarelo apresenta as vantagens, o preto é cauteloso, o verde cria algo de novo; mas é o azul que permite a sistematização. O chapéu azul é um gestor de topo por natureza , orienta, organiza e decide.