filocriatividade

filosofia para/com crianças e jovens | mediação cultural e filosófica | #ClubeDePerguntas | #LivrosPerguntadores | perguntologia | filosofia, literatura e infância

🟥 quem sou eu?

🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025). 

Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»

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    A propósito dos 50 anos do 25 de Abril a Galeria do Paço, em Braga, acolhe uma exposição de Alfredo Cunha, com curadoria de António Gonçalves.

    Tive a oportunidade de fazer parte da programação ATLAS – Programa de Mediação Cultural do Município de Braga dinamizando oficinas #LiberdadeParaDiscordar e visitas dialogadas à exposição. 

     

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    foto: Braga Cultura

     

    Pode uma exposição fazer-nos perguntas?

    Nestas visitas dialogadas a proposta passa por se deixar perguntar e por deixar perguntar, tendo como trampolim a exposição fotográfica do fotógrafo de Alfredo Cunha.

     

     

    O que é uma visita dialogada?

    A visita dialogada pretende partir de uma exposição ou de uma parte de uma exposição para criar momentos de diálogo e de aprofundamento filosófico. Pretendemos praticar a observação atenta para depois perguntar, comentar e dialogar. Trata-se de um trabalho que envolve a mediação cultural e filosófica entre a exposição e as pessoas que visitam e participam no diálogo. 

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    A iniciativa, que desde 2013 se estabelece como a semana portuguesa dedicada à promoção da  educação para os media e da literacia mediática, celebra-se anualmente de 3 a 9 de maio, com  início no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. 

    Num tempo marcado por desafios económicos, políticos, sociais e tecnológicos, a 12.ª edição  desta Operação promovida pelo GILM, elege como tema central “Discursos de ódioPAZ em  tempos de guerra”

    O tema central de 2024, “Discursos de ódioPAZ em tempos de guerra”, propõe uma reflexão  crítica e a abertura para múltiplas abordagens, incluindo: 

    • Discursos de ódio nas redes sociais  
    • Os media e o jornalismo na promoção dos discursos de paz 
    • Os limites da liberdade de expressão em democracia 
    • A responsabilidade individual na produção e partilha de conteúdos online ⁻ O poder das narrativas visuais na sensibilização para a paz 
    • Inteligência artificial e manipulação da realidade 

    Tal como é habitual, a iniciativa de 2024 irá incluir todos os projetos/atividades e iniciativas dos  mais diversos temas que tenham como objetivo a promoção e desenvolvimento do  conhecimento sobre o universo dos media.  

    (fonte: RBE

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    A propósito do dia que hoje se assinala gostaria de recordar que há boas razões para que as pessoas adultas leiam livros infantis, nomeadamente o facto dessa leitura proporcionar um momento de partilha entre a criança e a pessoa adulta. Confesso que leio muitos livros infantis sozinha, no sentido de me preparar e de me inspirar para as oficinas e os diálogos filosóficos. Procuro praticar a curiosidade e disponibilizar-me para o espanto, além de me permitir um tempo específico e deliberado para viajar na imaginação.

     

    Ainda sobre o Dia Internacional do Livro Infantil pode ler-se no blog da RBE: 

    O Conselho Internacional de Livros para Jovens (IBBY internacional) disponibiliza no seu portal um conjunto de materiais digitais que poderão ser inspiradores para os professores bibliotecários, docentes, pais ou todos aqueles que trabalham com crianças e promovem o livro infantil.

    A IBBY decidiu que a palavra de ordem para os festejos deste dia é Imaginação, uma vez que incentivar o processo imaginativo conduzirá à compreensão mútua e a um espírito de tolerância.

     

    Da próxima vez que requisitar um livro na biblioteca lembre-se de participar no #AgoraÉsTuALer, uma iniciativa de uma comunidade de leitores e leitoras adolescentes. 

     

    O que acontece é que (acho eu) não escrevo “para” crianças. Nem não escrevo” para” crianças. Apenas escrevo. Manuel António Pina (1999)(via RBE)

     

    O cartaz deste ano é da autoria de Inês Viegas Oliveira.

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    📷 NegiPho / Unsplash

     

    – um artigo que é um elogio à lentidão, assinado por Rebecca Solnit;

    – um episódio do podcast Ciência sobre as mentiras da ciência, por David Marçal;

    – uma homenagem a Ryuichi Sakamoto;

    – uma playlist sobre pensamento crítico e outra sobre pensamento criativo.

     

     

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    Ellen Duthie em entrevista sobre o mais recente livro Wonder Ponder publicado no final de 2023, ¿Así es la muerte?

     

    Preguntar sobre la muerte es preguntar sobre la existencia y sobre la inexistencia, sobre los procesos físicos de envejecimiento, sobre la permanencia de los cuerpos, sobre la parte etérea que nos pudiera o no constituir, sobre los ritos y los mitos, sobre el duelo, sobre cementerios y lápidas o sobre fantasmas. Y siempre, también, sobre la vida, claro. Preguntar sobre la muerte puede ser mucho más interesante que atemorizante. (Ellen Duthie)

     

    Neste blog tenho abordado o tema da morte como um daqueles temas dos quais as pessoas adultas fogem. 

    Conversar sobre a morte é arriscar um espaço de perguntas para as quais nos faltam respostas. Acontece que esta dificuldade em responder não é exclusiva do tema da morte.

    Importa que as pessoas adultas ganhem confiança para abordar este tópico quando surge pela boca de uma criança. 

     

    Leia a entrevista de Ellen Duthie aqui

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    Faleceu ontem o psicólogo e Nobel da Economia Daniel Kahneman, autor de dois livros que considero essenciais no meu percurso no pensamento crítico. 

    Regresso ao Pensar, Depressa e Devagar muitas vezes, pois faz parte do meu treino de pensamento crítico. Ainda ando às voltas com o Ruído.

    Os livros de Kahneman são de ingestão essencial e digestão difícil.

    “Muitas pessoas são demasiado confiantes e tendem a depositar demasiada fé nas suas intuições”, defendeu Kahneman no livro Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar, publicado em 2011. “Consideram o esforço cognitivo, no mínimo, ligeiramente desagradável e evitam-no tanto quanto possível.” (via Público)

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    No passado mês de Março tive a oportunidade de dinamizar oficinas dedicadas ao tema da Inteligência Artificial, com crianças e também com pessoas adultas. O convite surgiu pelas mãos da Fundação Eugénio de Almeida (Évora). 

    Nessas oficinas surgiram várias perguntas sobre IA e também arriscámos algumas respostas. As oficinas foram inspiradas nos materiais Wonder Ponder (I, person) e também no livro Olá, Robot

    Para me preparar para as oficinas tenho o cuidado de ler e investigar sobre o assunto. Considero que esta preparação é fundamental, em qualquer tema e em particular nestes temas em torno dos quais parece haver pouca informação a circular. Falamos muito sobre o assunto, mas o que sabemos sobre IA? Somos contra ou a favor? Será que sabemos o necessário para saber se somos a favor ou contra? E haverá uma posição intermédia entre o a favor e o contra? 

    *

    Ramón Besónias e Marco Neves são duas pessoas cujas reflexões sobre IA e educação me provocam a pensar no tema e a rever as minhas posições. 

     

    A reflexão de Marco Neves intitula-se O Amanhecer de uma Era Socrática: Preparar os alunos para Diálogos com Grandes Modelos de Linguagem (chatGPT) e pode ser lida no linkedin. Gostaria de destacar esta passagem: 

    O Diálogo Socrático, derivado das práticas de ensino do filósofo grego Sócrates, gira em torno de promover uma compreensão profunda através de uma série de perguntas e respostas. Esta dinâmica encaixa-se perfeitamente no que são as realidades de hoje nas interações com a AI.

    No entanto, como podemos preparar os alunos para adotar esta metodologia ao interagir com grandes modelos de linguagem?

    Para conhecer a resposta do Marco Neves a esta pergunta, recomendo a leitura do artigo

    *

    Por sua vez, Ramón é bastante claro no artigo  Escrever bem ou pensar bem? Um debate em tempos de IA no que respeita à correcção linguística e ao exercício cognitivo. “A ortografia e a gramática chegaram depois.”

    O Ramón explica: 

    La corrección lingüística es consecuencia del ejercicio cognitivo, no al revés. Disiento de aquellos que consideran que escribir mal influye negativamente en la profundidad y capacidad de razonar, aunque comprendo sus razones. Quien escribe estas líneas da fe de ello. Aprendí a escribir por mi motivación hacia la lectura y otros centros de interés, ajenos a la escuela; la ortografía y la gramática llegaron después. Existen numerosos ejemplos de adultos -también docentes- que no tienen faltas de ortografía y sin embargo muestran dificultades para construir un texto argumentativo que ofrezca un mínimo de profundidad y coherencia lógica. El hábito no hace al monje.

     

    *

    A IA foi um dos temas aos quais a comunidade da #redeFILOCRIATIVIDADE dedicou tempo para leitura e reflexão. Caso pretenda fazer parte desta comunidade contacte-me via e-mail: joana @ filosofiaparacriancas ponto pt 

     

    📷 Hitesh Choudhary / Unsplash

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    📚  3.ª edição do curso Como desenvolver o pensamento crítico / formação 25h / online 
    🗓  início a 6 de Maio – informações junto da Casa do Professor 

    📚 Aprender a Discordar – Curso online, 15h na Academia Gerador
    🗓 início a 7 de Maio – informações junto da Academia Gerador

     

    📚 Como criar um espaço e um tempo de escuta em sala de aula / online (25h) – CCPFC/ACC-123042/24
    🗓  início a 3 de Junho – informações junto do Centro de Formação AMM

     

    foto de Nick Morrison na Unsplash

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    Aproxima-se Abril e um pouco por todo o lado iniciam as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril. São vários os temas que podemos abordar em torno desta data: a liberdade, a democracia, a revolução, a desobediência, as regras, a ditadura, a cidadania, a participação, as eleições, a guerra. 

    Recebi algumas mensagens a pedir recomendações de livros ou actividades sobre a temática da liberdade e resolvi reunir neste artigo algumas sugestões. Espero que sejam inspiradoras e provocadoras de bons diálogos.

     

    sugestões para #PararPensarEscutarDialogar sobre a liberdade

     

    – as propostas Home Talks (Diálogos em Casa) apresentam um conjunto de actividades para pensar a liberdade. Pode consultar o site Dialogue Works;

    – 5 livros e jogos para pensar a liberdade a partir do tema da democracia;

    – uma proposta do #kitdedialogoFILOCRI para dialogar sobre a liberdade;

    – o livro O que é a liberdade? de Oscar Brenifier provoca-nos com várias perguntas sobre a temática;

    – a filosofia visual Whatever you want, de Ellen Duthie e Daniela Martagón (Wonder Ponder). 

     

    Caso pretenda contextualizar o diálogo no âmbito do 25 de Abril de 1974, sugiro  conteúdos como aqueles que são disponibilizados na plataforma RTP Ensina e na RTP Play:

    Entre a espada e a parede;

    25 de Abril e a democratização;

    – podcast #NãoPodias.

     

    Uma nota para as famílias e também para as/os educadoras/es e professoras/es: consoante a idade das pessoas envolvidas no diálogo poderá ser necessário trabalhar e/ou adaptar os conteúdos previamente. Estas sugestões não são garantia de um bom diálogo; o papel da pessoa facilitadora ou mediadora será essencial, bem como a disponibilidade das pessoas participantes no diálogo. 

     

    Tem outras sugestões? Partilhe nos comentários!

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    #filocriRECOMENDA:

    👉 os livros da Missão: Democracia do qual se destaca o “E se fôssemos a votos?”, de Luísa Ducla Soares e Rachel Caiano.

    👉 ao visitar a Livraria Parlamentar encontramos dois jogos de tabuleiro: Democracia e Constituição.

    👉 Philip Bunting é o autor do livro Democracia!, um livro que nos provoca a pensar e a agir.

    👉 Política para Crianças é uma proposta de Mafalda Cordeiro e Rita Antunes que se enquadra nos livros informativos (para miúdos e graúdos).

    👉 Livro Livre é um livro informativo, perguntador e interactivo que nos chega via Lupa Design – por Francisco Bairrão Ruivo, Joana Paz e Danuta Wojciechowska.

     

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    Quem visita a Livraria Culsete (em Setúbal) tem oportunidade de conhecer os #LivrosPerguntadores recomendados por mim e pela Júlia Martins. Mensalmente podem encontrar novas sugestões. 

    Em Março recomendamos:

    O que há neste lugar? (Maria Manuela Pedrosa e Joana Estrela, Museu da Paisagem)

    Barafunda (Afonso Cruz, José Cardoso, Marta Bernardes, Caminho) 

    Aqui dentro faz muito barulho (Bruno Nogueira, Dom Quixote)

    Um quarto só seu (Virginia Wolf, Penguin)

    Viver para quê? (Desidério Murcho, Dinalivro)

    Havia (Joana Bértholo e Daniel Melin, Caminho)

     

    Votos de boas leituras!

    (subscreva a newsletter #LivrosPerguntadores clicando neste link)

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    [não contamos as histórias de forma neutra ou isenta]

    Tenho acompanhado semanalmente o podcast isso não se diz do Bruno Nogueira, disponível em várias plataformas como o spotify.

    Aviso que o podcast contém impropérios; ainda assim, recomendo a escuta do ep. 38 a partir do minuto 23. Bruno Nogueira disserta em voz alta sobre a forma enviesada como habitualmente contamos episódios nos quais somos personagens e também sobre a nossa tendência para tomar partido de alguém sem escutar o outro lado da história. 

     

    [José Palma sublinha: não há dois tipos de pessoas, somos os dois tipos de pessoas]

    Num episódio Pergunta Simples, Jorge Correia conversa com José Palma sobre falácias, enviesamentos e o modo como o ser humano compreende o mundo. A dado momento, Palma sublinha que cada pessoa “tenta de uma maneira activa confirmar a sua visão do mundo”. 

    Relacionando com aquilo que diz  Bruno Nogueira é importante ter a consciência de que os óculos com os quais vemos o mundo estão muito mais sintonizados com a busca de confirmação daquilo que pensamos:

    “Todos vocês que estão a ouvir isto, o que é que fazem? Só dão importância aos casos que confirmam aquilo que pensam.”

    Ora se oiço alguém a partilhar uma história, assumindo o seu ponto de vista, é natural que essa pessoa esteja a pintar a história de modo a confirmar a sua ideia de que a pessoa X é manipuladora ou uma amiga 5 estrelas. E a versão das outras pessoas, como será? Certamente estará ensopada dos seus próprios enviesamentos e heurísticas. 

    Outra ideia que me parece fundamental consiste em perceber que aquele discurso “há dois tipos de pessoas: as racionais e as emocionais” é falacioso. Em diferentes momentos ou contextos, somos racionais e emocionais. Nós somos os dois tipos de pessoas e isto também acontece sob o olhar dos outros: para a pessoa X eu sou profundamente organizada, para a pessoa Y eu sou muito caótica. A pessoa X e a pessoa Y olham o mundo com óculos distintos. 

    Não quero com isto dizer que não há verdade. Quero dizer que as percepções que cada pessoa têm da realidade não é neutra. Um grupo de quatro pessoas pode estar a presenciar a mesma realidade e dessa experiência acabam por sair quatro descrições diferentes. Talvez com pontos comuns, certamente com diferenças. 

    Tenho problemas sérios com a expressão “a minha verdade”. Sugiro que utilizemos algo como “é desta forma que percepciono o mundo” ou “este é o meu ponto de vista”. Mas que não sirva para fechar o diálogo ou suspender o processo de escuta quando nos deparamos com pontos de vista distintos. 

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    o mais recente episódio do podcast Pergunta Simples tem como convidado José Palma.

     

    Neste episódio do podcast com José Palma, aprendemos sobre:

    Aplicação Prática da Ciência: Como a ciência pode ser aplicada em contextos reais e a importância de identificar o que é relevante.

    Percepção vs. Realidade: A relação entre como percebemos o mundo e a realidade objetiva.

    Influência Psicológica e Social: O papel de fatores psicológicos e sociais em conflitos e decisões.

    Falácia do Planeamento e Conservadorismo Mental: Como tendemos a confirmar nossas crenças e resistimos a mudanças.

    Impacto das Redes Sociais e Polarização: O efeito das redes sociais na polarização social e no comportamento.

    Percepção de Ameaça e Diferenças Grupais: Como esses fatores podem levar a conflitos e violência.

     

    para escutar com atenção, AQUI.

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    Recomendo muito o documentário Deus Cérebro que se encontra disponível na RTP Play. Os quatro episódios fazem-nos viajar pelo conhecimento e desconhecimento que se tem desse orgão maravilhoso que é o cérebro:

    1 – Maquinaria das Emoções

    2 – Em Construção

    3 – A Peça que Falta

    4 – Inesgotável

     

    O título do episódio 1 deveria ser suficiente para pensarmos duas vezes antes de dizer coisas como “não decidi com a cabeça, decidi com o coração.”

    Eis algumas das perguntas que norteiam o 1.º episódio: “Qual o papel da cooperação e da socialização na edificação da cultura humana? O que distingue o nosso cérebro do cérebro dos animais? Porque é que nos tornámos inteligentes e de que forma a inteligência está ligada às emoções? Ligação entre saúde e vida emocional é cada vez mais clara. Que impacto têm as emoções no cérebro humano? É possível morrer de amor?”

    Deus Cérebro é um documentário perguntador; é também um livro perguntador, pois é possível encontrar um livro com o mesmo nome da série publicado em 2023.

     

    [imagem retirada do instagram da comunidade cultura e arte]

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    The SOPHIA Network Meeting 2024 will take place in Cambridge, England over the weekend of 25-26 May.

    Our theme for this year is ‘The Unity of Opposites’. SOPHIA- Network for the Advancement of Doing Philosophy with Children invite philosophers, teachers and anyone who is involved in doing philosophy with children to submit a proposal.

    You can submit your proposals until 29 February 2024.

    The proposals will be blind reviewed by the executive board and the speakers will be notified by 15 March 2024. 

    For more information please visite SOPHIA Network website