filocriatividade

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🟥 quem sou eu?

🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025). 

Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»

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«Na Cimeira dos Talentos promovida pelo Santander Totta, Edward de Bono apelou ao Governo para que crie um Conselho de sábios igual ao que existiu durante a época dos Descobrimentos.

(…) Criar “um conselho de sábios” que avance ideias para o desenvolvimento do país é uma das propostas de Edward de Bono para que Portugal recupere o protagonismo na economia mundial que teve no período dos Descobrimentos. A receita é seguir a fórmula utilizada por Dom João II que criou este conselho de pensadores que acabou por dar origem ao período mais glorioso da história portuguesa, sublinhou o criador do Pensamento Lateral na sua intervenção na Cimeira dos Talentos, organizada pelo Santander Totta. O conceito implica que um grupo de pessoas proponha “ideias” ao poder político que poderão, ou não ser aproveitadas. O sistema da Democracia “é mau para o desenvolvimento da criatividade, porque quando se gera uma ideia ela é alvo de um ataque da oposição”. “As ideias podem não ser usadas, mas não podemos correr o risco de não chegar a pensá-las”, sublinha. Já que o “pensamento criativo é o que faz a diferença. No limite todos temos as mesmas informações e tecnologias”, sublinhou. Outra das propostas do guru do pensamento criativo para Portugal passa pelo estabelecimento de duas horas semanais no currículos ao longo de todo o sistema educativo em que os professores ensinem os alunos a pensar.»

artigo de Susana Represas e Madalena Queirós (Diário Económico, 18.10.05)

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