02 de Fevereiro de 2007 (auditório da SPF, Avenida da República, n.º37 – 4.º andar, em Lisboa)
Resumo:
O argumento do «futuro-como-o-nosso», proposto por Donald Marquis, será clarificado e comparado com um argumento alternativo, muito mais comum, contra o aborto, que apela à humanidade do feto. De seguida, serão discutidas várias objecções a este argumento. Mostrar-se-á que muitas delas são infundadas, mas que a credibilidade do argumento depende da resposta correcta ao problema metafísico da identidade pessoal.
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🟥 quem sou eu?
🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025).
Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»
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ABORTO, VALOR E IDENTIDADE PESSOAL, por Pedro Galvão
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