filocriatividade

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🟥 quem sou eu?

🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025). 

Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»

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«O New York Times publicou no passado dia 6 de Abril uma reportagem sobre o crescente interesse das pessoas na licenciatura em Filosofia.Matthew Goldstein, reitor da City University of New York, com formação em Matemática e Estatítica, afirma a este respeito: “Se começasse tudo de novo, formava-me em Filosofia. Penso que esta disciplina é o núcleo de tudo o que nós fazemos. Pode-se estudar humanidades, política ou ciências em geral, mas a filosofia é realmente a fonte da qual todas estes saberes crescem”.

Barry Loewer, chefe de departamento na Rutgers, afirma que o crescimento começou quando o estudo da filosofia se foi tornando mais interdisciplinar abrangendo, por exemplo, nos anos 80 as ciências cognitivas . Recentemente, muitos alunos consideram a filosofia como constitutiva da sua “dupla-licenciatura” encarando-a como suporte para as suas profissões: psicólogos, médicos, advogados, escritores ou investidores.

Os alunos entrevistados consideram a filosofia estimulante nos dias de hoje com assuntos como a globalização ou a tecnologia no top das reflexões filosóficas. Jenna Schaal-O’Connor afirma que a filosofia tem outras vantagens adicionais: encontrou no seu curso muitos rapazes sensíveis e interessantes: “Todo o tormento da profundidade existencial” – afirma – “é uma óptima forma para arranjar namoradas”. »

via Telegrapho de Hermes

Read all about it at The New York Times
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