filocriatividade

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🟥 quem sou eu?

🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025). 

Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»

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Neste livro David Erlich propõe-nos uma viagem pela história da filosofia tendo como fio condutor o pensamento e episódios de vida das pessoas filósofas que nos fazem (sor)rir.

 

A bebedeira de Kant apresenta-se como uma porta de entrada para conhecer 50 nomes que fazem parte da história da filosofia, muitos homens e algumas mulheres. Afinal, o silenciamento das vozes e das ideias das mulheres filósofas desagua no desconhecimento das suas propostas filosóficas, bem como de episódios para pensar e sorrir. As mulheres filósofas estão de alguma forma representadas na pessoa da serva trácia que descreve Tales de Mileto com humor. 

 

O humor tem o seu quê de filosófico por nos convidar a (re)pensar a noção do óbvio. A filosofia convida ao espanto em torno das coisas que nos parecem óbvias e isso é algo que faz sorrir e até mesmo rir. Rir das outras pessoas e também de nós.

 

As pessoas com quem mais gosto de filosofar têm algo em comum com os nomes que habitam este livro: fazem-me sorrir. Quando uma criança de 10 anos diz “a tristeza faz de nós pessoas melhores, porque te prepara para encarar a vida e a vida não tem só coisas felizes”, eu sorrio. Quando uma criança diz: “nesta oficina transformámos coisas que não têm importância num assunto”, eu sorrio.

 

Para filosofar, sorrir e rir ou, à maneira socrática, para poder parir ideias e perguntas e para arriscar respostas é necessário que a pessoa esteja de algum modo grávida da disponibilidade para filosofar e (sor)rir. Creio que este livro nos ajuda a praticar essa disponibilidade. Obrigada por isso, David.

 

A bebedeira de Kant – publicado na editora Planeta de Livros

[leia AQUI uma entrevista a David Erlich]

 

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