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🟥 quem sou eu?

🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025). 

Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»

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ontem, no ISLA Lisboa, apresentei (e defendi) a dissertação para a obtenção do grau de Mestre em Gestão em Recursos Humanos; trabalho que teve a orientação do  Professor JoseBarrientos  Rastrojo (Universidade deSevilha, Espanha). o júri foi composto pelo orientador da investigação, bem como pelo Professor Rocha Machado e o Professor Luís Teixeira.

porque a defesa é pública, considero que os agradecimentos também o podem (devem?) ser. aqui ficam.

«- Estás a pensar outra vez? – perguntou a Duquesa, enterrando mais fundo o queixo bicudo.

– Tenho direito a pensar – ripostou Alice com aspereza porque começava a perder a paciência.»

CAROLL Lewis – As Aventuras de Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho. – Relógio D’Água: Lisboa, 2000, p. 104


Ao Professor Doutor José Barrientos Rastrojo, por aceitar esta orientação na hora, sem hesitar; pelo incentivo em dar este pequeno passo na Filosofia Aplicada; pelas partilhas, pelo apoio na investigação e na tomada de decisão; e sobretudo pela amizade.

Aos meus professores um muito obrigada pelas noites (por vezes longas) de aulas e de aprendizagem, de partilhas, de questionamento e de bons momentos.

Aos meus colegas de mestrado: companheiros de viagem, «we’ll always have vodka em tubos!»

Em especial, à Isabel, à Vera, à Ana, à Carla e ao Jorge: o melhor do mestrado implica-vos a todos em momentos mais ou menos académicos.

Um obrigada muito especial à Alexandra: ainda bem que me sentei ao teu lado na primeira aula do mestrado; quem diria que essa escolha iria determinar a conquista de uma amizade e de um lugar junto da tua família? Mas como diz o povo, nada acontece por acaso e «às vezes o amor dá chorar» (e a tese também!).

Aos amigos «do coração» pelo apoio incondicional. Nisto, como em tantas outras coisas.

Aos pequenos-grandes Bernardo, Camila e Santiago. A uma «B-ervilhinha» que está a caminho!

 À Ana Cila e à Ana Dominguez pela compreensão, pelo apoio bibliográfico e de conteúdo. E pelas mãos dadas nesta «coisa do filosfofar».

À Celeste Machado, com quem partilho outras «guerras» no âmbito da Filosofia Aplicada. E uma amizade «muito enorme».

Ao Tomás Magalhães Carneiro, à Zaza Carneiro de Moura, à Dina Mendonça, à Graça Lopes, pela paixão pela filosofia e pelo trabalho sério que me inspira.

Ao Professor Óscar Brenifier pelos seminários vivos e de profundo questionamento.

Ao Nigel Laurie e à Shlomit Schuster, pelo apoio e partilha de artigos. Thank you very much!

Aos formandos; aos amigos e conhecidos das redes sociais pela generosidade de partilha, pela palavra amiga perante o desabafo. E acreditem que desabafei MUITO.

Obrigada a todos os que me fizeram acreditar que era possível, mesmo que não fosse perfeito.

Obrigada, também, a quem não acreditou neste trabalho. A vossa descrença constituiu-se como um incentivo fundamental.

 

Ouvi dizer numa das aulas do mestrado que a realização da tese era um processo solitário. Confirmo. E é um processo que promove a ausência de quem por ele passa junto das pessoas mais importantes. A mamãe Sabel (é assim que o mundo a conhece) e o meu irmão, João, são as pessoas que mais sabem como é que se consegue estar presente e ausente ao mesmo tempo. Dedico-lhes este trabalho, como tudo aquilo que faço na minha vida.
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