filocriatividade
filosofia para/com crianças e jovens | mediação cultural e filosófica | #ClubeDePerguntas | #LivrosPerguntadores | perguntologia | filosofia, literatura e infância
🟩 últimas publicações
- Chiara Pastorini: “Over time, I have learned that philosophy can be more fragile, uncertain and unpredictable.”
- Como surgiram os Livros Perguntadores
- Sugestões de leitura para crianças e jovens: livros recomendados por quem os leu
- A perguntar é que a gente se entende
- Parar para pensar, pensar em parar
🟥 quem sou eu?
🟡 [joana rita] Sou licenciada em Filosofia pela FCH da Universidade Católica.
Desde 2008 que viajo pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo, para todas as idades.
Em 2019 concluí o mestrado em Filosofia para Crianças, com a defesa da 1.ª dissertação do país nesta área: Queres saber? Pergunta. (UAc).
Tenho um artigo publicado na Springer, “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” (2023). Em 2025 publiquei dois artigos no Journal of Philosophy in Schools.
Sou a autora do livro Como desenvolver o pensamento crítico das crianças (2025).
Membro honorário da Federación Mexicana de Filosofía para Niños A.C.
Em 2021 o projecto filocriatividade recebeu o reconhecimento da Cátedra UNESCO/Universidade de Nantes: «Práticas de Filosofia com Crianças»
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[percurso académico]
Joana Rita é licenciada em Filosofia (2001, Universidade Católica Portuguesa), mestre em Recursos Humanos (2012, Universidade Europeia) e mestre em Filosofia para Crianças (Universidade dos Açores). A 9 de outubro de 2019 defendeu a primeira dissertação do Mestrado em Filosofia para Crianças intitulada “Queres saber? Pergunta.”
Colabora como docente na Pós-Graduação de Filosofia para Crianças e Jovens, da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, assegurando os módulos de Metodologias e Pensamento Crítico e Criativo (desde 2018).
[filocriatividade]
Foi em 2008 que a filocriatividade começou a dar os primeiros passos. Desde então o projecto tem viajado pelo país, promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo – para crianças, jovens e até adultos.
O projecto filocriatividade visa sensibilizar pais, educadores e professores para a importância da criação de um espaço e de um tempo para o #PararPensarEscutarDialogar.
Joana Rita e Celeste Machado organizam, desde 2011, os encontros Sentir Pensamentos | Pensar Sentidos, com Celeste Machado. A sexta edição aconteceu a 3 de julho de 2021, em formato online e pela primeira vez teve como oradores dois grupos de crianças do projecto ¿filo… quÊ?. Contou ainda com a participação de Lara Sayão (UERJ) e Vitor Lima (INÉF), ambos do Rio de Janeiro. Estes encontros têm tido lugar em espaços académicos (Universidade Católica Portuguesa, Universidade do Minho), mas também em escolas do ensino básico ou secundário e jardins de infância.
Logo no início da sua emissão, a Rádio Miúdos abriu espaço para o programa “Filosofia é coisa para Miúdos”. Também aconteceram colaborações com a Revista Dois Pontos e com a Revista DÓLITÁ (rubrica “PENSAR”).
À data de Junho de 2026, Joana Rita conta com 21 026 oficinas, nas quais participaram 46 012 crianças, jovens e pessoas adultas, nos mais diversos contextos (ginásios, centros de estudo, escolas, jardins de infância, museus e cemitérios), formatos (presencial e online) e lugares (em Portugal Continental, Açores, Madeira, Moçambique, Brasil, Espanha).
Em Fevereiro 2024 Joana Rita desenvolver visitas dialogadas à exposição de fotografias de Alfredo Cunha na Galeria do Paço (Braga). O projecto aconteceu a convite do ATLAS – Programa de Mediação Cultural do Município de Braga. Em 2025, também a convite do ATLAS, foram criadas e dinamizadas oficinas de filosofia para a comunidade escolar em torno da peça I’ll be your mirror II, de Joana Vasconcelos. O convite repetiu-se em 2026 para o trabalho Pequenos Ciclos, Grandes Respostas.
Em 2014/2025 surgiu a oportunidade de coordernar um projecto de AEC na zona de Óbidos, a convite da Óbidos Criativa – Câmara Municipal de Óbidos.
Joana Rita colabora com o Festival de Filosofia de Abrantes (Município de Abrantes) desde a sua primeira edição, dinamizando oficinas de filosofia para/com crianças nas escolas do concelho (2017), na Biblioteca Municipal António Botto (2017, 2018, 2019, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025) e no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (2022, 2023).
Actua como curadora da Ágora Filosofia para Crianças no ESPANTO – Festival Internacional de Filosofia que se realiza em Cascais, desde 2025.
Foi responsável pela formação e mentoria das professoras da Escola Internacional de São Tomé e Princípe no âmbito da implementação de um projecto de filosofia para crianças no 1.º ciclo, durante o ano lectivo 2020/2021.
Em 2026 iniciou uma colaboração com o MUZEU – pensamento e arte contemporânea dst, desenvolvendo e dinamizando oficinas de filosofia para famílias, ciclo ABRIR ABRIL.
[formação específica – filosofia para crianças]
Ao longo dos anos tem tido a oportunidade de fazer formação junto de diversas entidades, a saber:
Institut de Pratiques Philosophiques (França – 2007, 2008, 2009), SAPERE(Reino Unido – 2020), Centro de Filosofia para Niños (Espanha – 2016 e 2020/2021), Isto Não é Filosofia (Brasil – 2021, 2022), Dialogue Works (Reino Unido – 2020), Wonder Ponder (Espanha – 2020, 2022, 2023, 2025, 2026), Academia do Diálogo (Portugal, 2020), FCSH da Universidade Nova de Lisboa (Portugal – 2016, 2019), The Philosophy Foundation (Reino Unido – 2021), PLATO (EUA – 2022), Philosophy Counseling and Consulting (EUA – 2023), Universidade de Sevilha (Espanha – 2026).
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É membro do ICPIC, da SOPHIA Network (UK) e do Centro de Filosofia para/com Crianças e Jovens da Sociedade Portuguesa de Filosofia (Portugal).
Já fez parte do Centro de Filosofia para Niños (Espanha) do MEM (Movimento da Escola Moderna, Portugal), da APEI (Associação de Profissionais da Educação de Infância, Portugal) e da Associação Cultural Acesso Cultura.
Participa no projecto Cartas com Ciência como cientista correspondente e já fez voluntariado junto da Native Scientists.
Fez parte da equipa directiva da SOPHIA Network (de 2018 a 2026).
Em 2023/2024 assumiu o Comité Executivo do ICPIC – International Council of Philosophy Inquiry with Children.
[formadora, consultora, oradora, autora]
É formadora, com CCP (ex CAP, desde 2004) e também e-Formadora; formadora reconhecida pelo Centro de Formação Contínua de Professores (área: filosofia para crianças).
As áreas onde ministra formação são Recursos Humanos, Formação de Formadores, Filosofia (para/com Crianças e Jovens) e Comunicação no Digital. Nesta área desenvolve, ainda, trabalho no âmbito da consultoria em estratégia digital.
É oradora na área da filosofia, tendo participado no TedXLisboaED, em Outubro de 2014.
Tem participado em vários podcasts para falar da filosofia e da sua aplicação nos diversos quadrantes da vida. Participei no programa À luz da razão.
Tem participado em congressos e encontros, na área da filosofia aplicada, da educação e da filosofia para / com crianças.
Em Julho 2023 foi oradora convidada para o IV Curso Internacional de Filosofia, Literatura, Arte e Infância (FLAI), em Albarracín (Espanha); no mesmo ano, em Outubro, foi oradora no seminário FOLIO Educa em parceria com Júlia Martins (professora de filosofia e curadora de livros)
Tem artigos publicados em Portugal e Espanha, na área da filosofia aplicada.
Um dos artigos foi publicado pela editora Springer, no volume dedicado ao tema Cultivating Reasonableness in Education: Community of Philosophical Inquiry.
O artigo intitula-se “Why vote? A reflection on the democratic nature of dialogical inquiries” e foi escrito em co-autoria com Pieter Mostert (especialista em filosofia para/com crianças, The Philosophy Foundation).
Em 2025 viu dois artigos publicados no Journal of Philosophy of Schools: Exploring philosophyness through picture books: Insights for P4wC practitioners (Julho) e When is a standard a ‘standard’? An exploratory study on the standards used in the training of facilitators in Philosophy for/with Children (Dezembro).
Em 2024 criou as Oficinas Vitais sobre Assuntos Fatais, um conjunto de iniciativas que convidam as famílias a pensar sobre a morte em visitas ao Cemitério dos Prazeres (Lisboa).
[entidades parceiras & entidades com as quais já colaborei desde 2008 até 20__]
#P4CThursday | ACERT – Associação Cultural e Recreativa de Tondela | Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi (Setúbal) | Agrupamento de Escolas da Lourinhã | Agrupamento de Escolas de Palmela | Agrupamento de Escolas José Saramago (Poceirão) – Município de Palmela | Akiara Books | Anthropos Associação Cultural | APAV (Associação de Apoio à Vítima) | APEE João de Barros (Figueira da Foz) | Arquivo Livraria (Leiria) | Atlas – Mediação Cultural (Braga) | Bertrand Livreiros | Biblioteca Municipal D. Dinis (Odivelas) | Biblioteca Municipal de Faro | Biblioteca Municipal de Palmela | Biblioteca Municipal de Ponte de Lima | Biblioteca Municipal de Sobral de Monte Agraço | Biblioteca Municipal de Torres Vedras | Biblioteca Municipal Dr. António Baião (Ferreira de Zêzere) | Biblioteca Municipal Dr. Renato Araújo (São João da Madeira) | Biblioteca Municipal José Saramago (Golegã) | Biblioteca Municipal José Saramago (Loures) | Biblioteca Municipal Manuel Alegre (Águeda) | Biblioteca Pública de Évora | Bibliotecas Municipais de Cascais | Rede de Bibliotecas da Câmara Municipal de Mafra | Casa da Avenida (Setúbal) | Casa do Professor (Braga) | Cartas com Ciência | Câmara Municipal de Águeda | Cemitérios de Lisboa | Centro Cultural Malaposta (Odivelas) | Centro de Formação Alice Maia Magalhães (Lisboa) | Centro de Interpretação José Luís Peixoto (Galveias) | Centro de Recursos Poeta José Fanha (Venda do Pinheiro) | Centro Educativo Alice Nabeiro (Campo Maior) | Centro Ser + (Telheiras) | Colégio Campo de Flores (Costa de Caparica) |Colégio Valsassina (Lisboa) | Club de filosofie cu copiii (Roménia) | Comunidade As Pensadoras (Brasil) | Compassio | Culturgest (Lisboa) | Dialogue Works (UK) | Ecoteca do Faial | Era uma Voz (Casa Branca) | Escola da Floresta de Ourém | Escola Internacional de São Tomé e Príncipe | Escola Portuguesa de Moçambique | Espanto – Festival de Filosofia | Estação do Livro (Seixal) | Fábrica das Histórias Jaime Umbelino (Torres Vedras) | Feira do Livro de Grândola | Festival da Justiça e da Liberdade (Odemira) | Festival de Filosofia de Abrantes – Município de Abrantes | Festival do Leitor – Município da Lourinhã | FLO – Festival Literário de Ovar | FOLIO – Município de Óbidos | Festa do Futuro (Sardoal) | Fundação Eugénio de Almeida (Évora) | Gerador | Ginásios da Educação Da Vinci (Odivelas) | Goethe Institut (Lisboa, Portugal) | Inestética – Companhia Teatral (Vila Franca de Xira) | INÉF – Isto Não É Filosofia (Brasil) | Junta de Freguesia da Penha de França | Junta de Freguesia de Carnide | Livraria Culsete (Setúbal) | Lugar Específico | Materiais Diversos | Município da Chamusca | Município da Marinha Grande | Município de Tondela | Native Scientists | Onda Literária (Sines) | Passos e Compassos (Palmela) | Penguin Random House Portugal | PIICIE Alijó | PNL 2027 | Positive Minds | Rádio Miúdos | Revista Dois Pontos | Revista DóLiTá | Revista O Nosso Filho | Serviço Educativo do LU.CA – Teatro Luís de Camões (Lisboa) | Scholé (Matosinhos) | Tapioca Stories (EUA) | Teatro Bravo | Teatro Extremo (Almada) | Teatro Nacional Dona Maria II | The Happy Gang | Torrance Center Portugal | Trampolim (Lisboa) | Tribo Verde (Caparica) | Trienal de Arquitectura de Lisboa | Verbos Inúmeros | Wonder Ponder (Espanha) | APEE Várzea de Sintra | TAGV – Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra) | Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha | Fundação Maria Dias Ferreira (Ferreira do Zêzere) | Project To Be | Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha | Colégio Verde Água (Mafra) | MUZEU – pensamento e arte contemporânea dst (Braga) | LAC – Laboratório de Aprendizagem Criativa (Estarreja) | Festival do Luto (Porto) | Direcção Regional dos Arquivos, das Bibliotecas e do Livro (Madeira) | Museu do Mar Rei D. Carlos I (Cascais) |
[reconhecimentos e distinções]
O projecto filocriatividade recebeu em 2021 o reconhecimento Cátedra UNESCO “Pratiques de la philosophie avec les enfants: une base éducative pour le dialogue interculturel et la transformation sociale”.
Em 2025 o trabalho “Guia para pensar sobre uma assembleia de Assembleias” realizado para o LU.CA ganhou o Prémio Acesso Cultura – Linguagem Clara 2025.
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«O núcleo de estudantes de filosofia orgulha-se do experimentalismo severo, das motivações inconstantes, mas mais concretamente do seu per.curso alcançado até agora. Sempre sem medo.O Sexto – Empírico, foi um núcleo criado inicialmente por pessoas que sentiam a necessidade, de quê? Do concreto. Pessoas que venderam o computador para comprar uma máquina de escrever, pessoas que mantinham e mantêm a tradição do “café”, da tertúlia e de um humanismo crescente. Criados em diversos pontos do país, juntaram-se na montanha para reflectir, para unir conhecimento ao som do trânsito e da loucura aliada ao pensamento. Adultos na vontade, crianças no crer. O Sexto – Empírico não só é uma personificação da consciência absurda do mundo, como uma alternativa eficaz às circunstâncias devoradoras da inutilidade do vício pouco poético que a sociedade apresenta.»A ler, o artigo completo.A visitar, o blog. -
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Quando? Ano lectivo 2007/2008Mais informações? info@silves.ipiaget.org -
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até Setembro, no Palácio dos Condes do Restelo – Rua da Escola Politécnica, N. 42, 1250-102 Lisboa -
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PODE A ARTE MUDAR O MUNDO?com António Pedro Pita13 de Outubro de 2007 21h30Átrio da Biblioteca Municipal Rocha PeixotoRua Padre Afonso SoaresPóvoa de Varzim -
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Neste espaço encontrará a informação detalhada sobre os cursos, workshops e acções de formação realizadas pela APAEF. Pretende-se assim proporcionar informação o mais pormenorizada possível sobre as actividades formativas da Associação Portuguesa de Aconselhamento Ético e Filosófico.
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«Leonardo é uma iniciativa da mais nova geração da Escola da Filosofia Portuguesa. O que queremos significar é o seguinte: primeiro, que integramos uma tradição poética e filosófica que se iniciou com Sampaio Bruno e formalizou num “organon” principial com Teixeira de Pascoaes e Leonardo Coimbra na Renascença Portuguesa. Depois, surgiram os continuadores com a geração de José Marinho, Álvaro Ribeiro e, mais tarde, Orlando Vitorino, que desenvolveram a doutrina e sistematizaram as teses. A geração dos mais velhos está ainda representada por António Telmo e Pinharanda Gomes, que nos garantem o magistério da palavra e a iniciação numa tradição que tem vindo a aperfeiçoar a expressão poética e filosófica.Pertencer à geração da Escola da Filosofia Portuguesa exige um compromisso espiritual: é de sua livre opção que, todos nós, os da Leonardo, aceitam conviver em tertúlia segundo o magistério que vai de mestre a discípulo e que caracteriza a iniciação filosófica e literária assegurada sem interrupção, desde há 150 anos, ao longo das sucessivas gerações. Todos nós, os da Leonardo, ouvimos a palavra de viva voz de mestres e o que nos distingue é sermos heterodoxos e livres na exegese e na hermenêutica. Todos nós, cumprimos os requisitos que nos foram transmitidos por Álvaro Ribeiro, necessários á compreensão da filosofia portuguesa: acreditar em Deus e possuir, de alguma forma, formação esotérica. A ideia de Deus é um aspecto decisivo para a filosofia, porque dela deriva a própria finalidade teleológica do pensamento e da razão. A filosofia há-de sempre conceber uma teologia para que o real da sua virtualidade se determine e exista pela Verdade no pensamento. Assim se reconduz o mundo ao Espírito. À filosofia portuguesa corresponde uma teologia segundo a matriz judaico-cristã e antigos arquétipos. Todos nós, os da Leonardo, cumprimos em diverso grau o segundo aspecto. O esoterismo não é ocultismo, nem se confunde com a paixão oriental. A operação é racional, ordinal e o teorema desenhável. O movimento é íntimo, individual e necessário à autognose. Sem tradição, ou seja, o que nos vem da herança, perde-se a razão da palavra e do verbo e inveja-se a ordem no mundo. Não se compreende o que se ouve, nem se sabe o que se diz. A filosofia exige iniciação, mas não é coisa de iniciados. Os seus princípos são universais e gerais e todos os homens deles participam ou podem participar. Acontece que muitos são apenas espectros humanos (escreveu Leonardo Coimbra: “esboços de alma”) porque não querem, não podem ou não sabem ascender à razão teórica. Só por isso, a filosofia não é dada a todos os homens.» -
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The traditional view is that some people are creative and others are not. The people who are seen as creative do have a lot of ideas – some of them better than others. What is clear is that they are motivated to be creative and to try to find new ways of doing things. The formal processes of lateral thinking are very powerful in the deliberate production of new ideas. They are based on an understanding of the brain as a self-organising information system that makes asymmetric patterns. There is no mystique or magic about it. The techniques can be learned, practised and used systematically. It is no longer a matter of waiting for new ideas to happen; they can be formally produced. Just as we can learn mathematics or French, so we can also learn ‘idea creativity’. The English language (and probably most others) does not distinguish between idea creativity and artistic creativity. If you create something which was not there before, you are creative. You may also ‘create’ a mess – which was not there before. Because of this failure of language, people are reluctant to accept idea creativity as a learnable skill. They ask if you could produce a Beethoven or a Renoir through formal training. Once we have separated idea creativity from artistic creativity, then we can set about learning and developing the skill of thinking for new ideas. That is what ‘lateral thinking’ is all about. There is a growing emphasis on ‘innovation’. This really means putting into effect something that is new for your own business. That idea or process may be borrowed, copied or stolen from someone else. It is only rarely that innovation arises from a created new idea. We wait for new ideas because we do not know that new ideas can be produced deliberately. One afternoon, some workshops using just one of the techniques of lateral thinking generated 21,000 new ideas for a steel company. You would have to wait rather a long time for that number of ideas ‘just to turn up’. New ideas are unusual because our brains are designed to make patterns or routines and to use them. Without this ability, life would be impossible. We need to use this ability, but also to escape from the tramlines of routine from time to time. That is what creativity is about. -
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Schopenhauer sustenta que os catedráticos de filosofia não são, em regra, autênticos filósofos porque estão obrigados a representar o papel de «sábios», com respostas para tudo, e isso impede-os de levar a cabo a investigação livre da verdadeira filosofia, desprendida de interesses económicos e de prestígios institucionais: «Descobrimos aqui em primeiro lugar que, desde sempre, muito poucos foram os filósofos que foram também professores de filosofia e, proporcionalmente, ainda menos os professores de filosofia que foram também filósofos. Podíamos dizer por consequência que, do mesmo modo que os corpos idioeléctricos não são condutores de electricidade, os filósofos não são professores de filosofia. Em verdade, para o que pensa por si mesmo esta tarefa estorva-o mais do que qualquer outra. Pois a cátedra de filosofia é de certo modo um confessionário público, onde um faz a sua profissão de fé coram populo (em presença do povo). Ademais, em ordem à aquisição autêntica de uma compreensão fundamental e profunda, quer dizer, em ordem a chegar a ser de verdade sábio, quase não há nada que seja mais contraproducente que a obrigação perpétua de parecer sábio, esse alardear de supostos conhecimentos ante uns alunos ávidos de aprender, esse ter à mão respostas para todas as perguntas imagináveis» (Arthur Schopenhauer, Sobre la Filosofía de Universidad, Editorial Tecnos, Madrid, pag. 46-47).leia o artigo de Francisco Limpo de Faria Queiroz, aqui -
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Fotografia de Carla Broekhuizen, retirada daqui. -
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«Angela and Phillip visit the philo-sopher Linda at her home.
“We are enjoying your philo-sophia workshop,” they tell her. “But we were wondering: What is the difference between philo-sophical practice and psychotherapy?”
“That’s a difficult question, because there are so many approaches to psychotherapy and to philo-sophical practice. But I would say that one important difference is this: Psychology deals with the person’s psyche -that’s why it is called ‘psycho-logy’. It focuses on the subjective processes that take place in (or between) people: emotions, thoughts, behaviors, etc.
In contrast, philo-sophical practice, or philo-sophia, focuses on somethingthat happens not in the person’s subjectivity, but between the person and something else. It focuses on the dialogue between the individual and what Icall ‘voices of human reality’.”
“When you say ‘voices’, do you mean ideas, meanings?”
“Not exactly, Angela. An idea, or a meaning, can be something abstract and impersonal, something that doesn’t touch me. By ‘voice’ I mean what you might call ‘a living idea’: an idea (or a meaning) that moves me, speaks to me,tempts me, creates in me a new understanding. And I can respond to it and converse with it – in other words, philo-sophize.”
“Are you talking about unconscious voices in our minds? I think Freud talked about being aware of our repressed, unconscious experiences.”
“I don’t think, Phillip, that these psychological concepts would be helpful here. Let’s not translate philo-sophia into the psychological jargon. Voices of reality are not simply subjective creations of our mind. They express certain ways of understanding – they have an inner logic, assumptions, distinctions, networks of concepts. They say something to us, something we can understand and communicate and discuss. This is the focus of philo-sophia: voices of human reality, or if you prefer – ‘living ideas’.”
“I see,” Phillip says. “But I thought that psychotherapies, too, deal with ideas– for example the idea of love.”
“Most psychotherapies regard love as a psychological event – a subjective process inside the person. Therapists don’t usually philo-sophize with clientsabout the concept of love. I agree that some therapies, like existential psychotherapy, philo-sophize to some extent. They are therefore not completely psychological. They contain a philo-sophical element.”“Would you say, then, that psychotherapy and philo-sophia are two different ways to help people deal with their personal difficulties?”
“I don’t think so, and this is another important difference between psychotherapy and philo-sophia. A therapy, by definition, tries to improve theperson’s life: to resolve a personal problem, to alleviate difficult feelings,to improve functioning in the family, and so on. For me, this is not the goalof real philo-sophia.
Philo-sophia doesn’t try to solve or improve anything. Its goal is a dialogue with the voices of human reality, and the newunderstandings that this raises in us. In this sense a philo-sopher is morelike a poet than a psychologist.”
“That’s a bit abstract,” Phillip says. “Can you give an example?”
“Sure. Let’s take a topic that is often discussed in standard academic philosophy: the right and the wrong.
“In order to understand this topic, let’s say you are in a moral (ethical) dilemma. For example, you can either lie to make your friend feel good, or tellthe truth and hurt her. Or, you can either make a special effort to keep yourpromise, or alternatively break your promise because nobody will ever know orcare. How do you decide which action is morally (ethically) right? How do youdetermine what you SHOULD do?
“Several ethical approaches give different answers. We can regard them as different ethical voices that speak in us and move us, at least sometimes.” »
Texto de Ran Lahav (sublinhado nosso) -
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XXI Encontro de Filosofia
no auditório da reitoria da Universidade de Coimbra
05 e 06 de Outubromais informações através da Associação de Professores de Filosofia
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Um artigo de Yolanda Angulo, do Centro de Estudos Genealógicos para a investigação da cultura no México e na América Latina. Disponível aqui.
«Whenever we speak about the need for a better world, almost naturally one cannot help thinking about those projects that can make such world come true. Immediately, we visualize an ocean of possibilities, among which we must select one or several, provided they are viable, because we are fed up with utopias.
In this paper I shall explore some of the basic features of therapeutic philosophy as guidelines to develop a Pilot Plan to be applied to the inmates of the CERESO in Cd. Juarez, Chih. The purpose of such plan will be to take care of certain inner needs of women in prison, and study, at the same time, the power relations that make possible the commission of the crimes that led them to jail. In other words, we must find out up to which point, therapeutic philosophy can constitute a useful tool in the individual level, to help inmates to overcome emotional conflicts, find the meaning of life and articulate those conflicts, in the theoretical field, to the new forms of “criminal subjectivity”, emerging from the rise of drug traffic, which is the misdemeanor due to which most women go to prison.»




