Porque desenhas tantos joelhos?
No portal SAPO é possível ler Afonso Cruz e o seu texto Porque desenhas tantos joelhos?
Aquela criança formulou uma pergunta-poema, fazendo com que a palavra «tantos» se atirasse contra a esterilidade, contra a previsibilidade, contra a língua acomodada à formalidade. Voltando a Maria Teresa Andruetto: «A escrita exige olhar até entrar em contradição conosco, “até pulverizar os olhos”, como queria Alejandra Pizarnik.»

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